sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

OS "BICHOS"DA PAMPA

"não plantem arvores na pampa os aninais e a natureza agradecem"

Graxaim
Também conhecido como sorro campeiro(Pseudalopex gymnocercus)é um mamifero carnívoro da familia canídeos,a achodo os campos do Sul,no Paraguay,Norte argentino e no Uruguay(conhecido como zorro de la Pampas) .Também são conhecidos pelos nomes de graxaim-do-campo, guaraxaim e sorro.Chegam a medir 1 metro de comprimento,sua pele é cinza amarelada,e a cabeça marrom ferrugíneo,orelhas compridas e focinho afiado.Sai a noite,tento uma vida solitária só se encontram nas épocas de reprodução.Se casado escondesse em buracos de tatu e chega a se fingir de morto.Não deve ser confundido com uma raposa, animal do qual é um parente próximo
Está em extinção no estado do Paraná,pela caça de sua fonte de alimento,a destruição da mata nativa,a agricultura como:soja e pinus,chegam até a morrer de fome e o gado solto pelo campo destruindo o seu habitat.
Em Santa Catarina ,não existem muitos estudos,por não ser visto pelos moradores locais,esta sendo analisado por estudos.
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Graxaim
También conocido como la sonrisa de vaquero (Pseudalopex gymnocercus) es un mamífero carnívoro de la familia Canidae, los campos achodo do Sul, Paraguay, norte de Argentina y Uruguay (conocido como el Zorro de la Pampa). También se les conoce por los nombres de graxaim- y el país, y sorro.Chegam guaraxaim medir un metro de longitud, su piel es de color marrón amarillento cabeza gris y oxidado, largas orejas y hocico afiado.Sai la noche, trate de una vida solitaria se encuentran sólo en tiempos de casados reprodução.Se escondidos en agujeros y llega de armadillo pretender morto.Não debe confundirse con un zorro, un animal que es un pariente cercano.

Está en peligro de extinción en el estado de Paraná, la búsqueda de su suministro de alimentos, la destrucción de bosque nativo, la agricultura como la soja y el pino, que incluso mueren de hambre y el ganado suelto en el campo mediante la destrucción de su hábitat.

En Santa Catarina, hay muchos estudios, al no ser vistos por los residentes locales, está siendo examinada por los estudios.


Jacaré-de-papo-amarelo
O jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris) é um jacaré típico da América do Sul. A espécie habita as florestas tropicais, preferindo áreas de baixada, com suas lagoas, lagos e rios. É um animal carnívoro que vive aproximadamente 50 anos.
São conhecidos por este nome pois, durante
a fase do acasalamento, estes animais costumam ficar com a área do papo amarelada.
Mede em média entre 1,5 m e 2,5 m mas já foram capturados exemplares com mais de 3,5 m. Caracterizam-se por possuírem uma mordida forte, podendo partir o casco de uma tartaruga com extrema facilidade.
Estes animais costumam se alimentar de crustáceos e pequenos mamíferos; eventualmente os exemplares maiores podem atacar presas maiores. Seu alimento principal são certos moluscos gastrópodes disseminadores de algumas moléstias nas populações ribeirinhas. Desta forma, nos ambientes onde o jacaré foi eliminado, cresce a incidência de barriga de água entre a população que reside próximo aos rios.
O acasalamento ocorre na terra ou em charcos com pouca água. A fêmea coloca em média, 25 ovos num ninho construído entre a vegetação, próximo à água, e cobre os mesmos com folhas secas e areia. Após a postura, a fêmea torna-se mais agressiva e nunca se afasta dos ovos, pois, estes podem ser predados por animais como o teiú, o quati e o guaxinim. Quando nascem, após cerca de 75 dias, os filhotes se dirigem rapidamente para a água, fugindo de predadores como gaviões e outras aves.
Ema As emas (também chamadas de nandu e nhandu) são aves da família dos reídeos (latim científico: Rheidae), que é constituída por apenas um gênero, Rhea, do qual são identificadas apenas duas espécies, cujo habitat se restringe à América do Sul. Têm a peculiaridade de serem os indivíduos masculinos os responsáveis pela incubação e o cuidado com os filhotes.
Uma das duas espécies, a Rhea americana, é considerada a maior ave brasileira. Apesar de possuir grandes asas, ela não voa. Usa as asas para se equilibrar e mudar de direção na corrida.


Características

A ema é a maior e mais pesada ave do continente americano. Um macho adulto pode atingir 1,70 m de comprimento e pesar até 36 kg. A envergadura pode atingir 1,50 m de comprimento
Apresentam plumagem do dorso marrom-acinzentada, com a parte inferior mais clara. O macho distingue-se por ter a base do pescoço,
parte do peito e parte anterior do dorso negros. Difere do avestruz por não apresentarem cauda e pigóstilo. Também não possuem glândula uropigiana. Ao contrário das demais aves, há separação das fezes e da urina na cloaca; os machos adultos possuem um grande pênis.
Possuem pernas fortes e pés providos de três dedos.

Alimentação

A ema é onívora, e a sua alimentação constitui-se de sementes, folhas, frutos, insetos, moluscos, lagartixas, rãs, entre outros. Caça moscas perto de carne em putrefação. Ingerem pedras para facilitar na trituração do alimento.

Vocalização

Durante o período de reprodução, o macho emite um urro forte, ventríloquo e bissilábico, lembrando um bramido de um grande mamífero, como o boi: "
bu-úp" ou "nan-dú". Vocaliza até mesmo durante à noite.
Os filhotes emitem assobios melodiosos que lembram o canto do inhambu-relógio.

Reprodução

O acasalamento começa em outubro, e o macho reúne um harém de 5 ou 6 fêmeas, escolhe um território e faz o ninho.
Cada fêmea pôr de 10 até 30 ovos. A incubação começa 5 a 8 dias após as fêmeas terem iniciado a postura.
Os ovos são brancos e pesam em torno de 600 gramas. Quando o ninho está cheio de ovos, o macho afasta as fêmeas e se responsabiliza por chocá-los. Os ovos abrem em seis semanas e todos no mesmo dia. Os que não abre são colocados fora do ninho. Os filhotes ficam a cuidado do pai e atingem a idade adulta em dois anos.
Um dos seus parentes mais próximos é o nandu-de-darwin.
A ema e muito vantajosa pois ela ocupa menos espaço que o bovino enquanto a vaca reproduz um bezerro por ano a ema reproduz de 10 a 30 ovos.

Subspécies
Há duas espécies e cinco subspécies de emas existentes atualmente (vide quadro ao lado), as quais não são facilmente distinguíveis entre si. Contudo, um dos principais traços de distinção é a mancha preta na garganta e a diferença na altura entre as subespécies.
  • Rhea americana amer icana, centro e nordeste do Brasil
  • Rhea americana intermedia, Uruguai e extremo sul do Brasil
  • Rhea americana nobilis, leste do Paraguai
  • Rhea americana araneipes, oeste do Paraguai, leste da Bolívia e região do pantanal, no Brasil
  • Rhea americana albescens, planícies da Argentina (partes norte e leste do país), sul do Paraguai e sudoeste do Brasil

Rato-do-banhado

O Ratão-do-banhado (Myoc
astor coypus) é um grande roedor da fam
ília dos miocastorídeos, encontrado na América do Sul meridional. Pelagem marrom-avermelha
da, cauda longa e grossa, revestida por escamas e pêlos ralos, vivendo em banhados, lagoas e rios. Também é conhecido pelos nomes de caxingui, nútria e ratão-d'água.
Dorme durante o dia. Alimenta-se de capim, raízes e plantas aquáticas e herbáceas, tubérculos, folhas, grãos, carne e peixe.
O macho cuida dos filhotes no nascimento, protegendo e alimentando até a fêmea se recuperar.
Encontrado na América do Sul na Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai. No Brasil, na Região Sul, de São Paulo ao Rio Grande do Sul. Pode ser encontrado ao longo dos rios Pinheiros e Tietê, na cidade de São Paulo. Os ninhos são construídos com junco e casca de árvores em tocas de 1 metro
de comprimento.

Ninhadas de até 4 filhotes, vive 15 anos, pesa até 9 kg e pode medir 100 cm com rabo. Nada bem, mergulha mal e caminha bem devagar. Patas ágeis com 5 dedos, providas de membranas interdigital, o que facilita a
natação.
Pelagem bonita pois tem muito cuidado com ela. Com suas garras lava e penteia, esfregando as patas no canto da boca, onde é liberada uma substância gordurosa, e aí passa esse óleo no pêlo, que fica bastante brilhante.
Predadores: onças e jacarés.

Capivara
Encontrada em ceras áreas das Américas do Sul e Central, próximo a rios e lagos, a capivara (Hydrochoerus hydrochaeris) é o maior roedor herbívoro do mundo. Alimenta-se de capins e ervas, comuns em várzeas e alagados, e pode chegar a pesar até 80 kg.
No Rio Grande do Sul, é também conhecida por capincho ou carpincho.
É uma excelente nadadora, tendo inclusive pés com pequenas membranas. Ela se reproduz na água e a usa como defesa, escondendo-se de seus predadores. Ela pode permanecer submersa por alguns minutos. A capivara também é conhecida por dormir submersa com apenas o focinho fora d'água.
No Pantanal, seus principais períodos de atividade são pela manhã e à tardinha, mas em áreas mais críticas podem tornar-se exclusiv
amente noturnas. Nas décadas de 60 e 70 as capivaras foram caçadas comercialmente no Pantanal, por sua pele e pelo seu óleo que era considerado como tendo p
ropriedades medicinais. Estudos posteriores indicam que pode haver, no mínimo, cerca de 400 mil capivaras em todo o Pantanal.
A capivara, como animal pastador, utiliza a água como refúgio, e não como fonte de alimentos, o que a torna muito tolerante à vida em ambientes alterados pelo homem
Nas regiões ao longo do Rio Paraná no sul do Brasil e norte da Argentina, as capivaras são freqüentemente capturadas e presa para criações em cativeiro ou para serem matadas como carne de caça.
Entretanto, no Brasil, esta prática tem de ser precedida de projeto e licenciada pelos órgãos de controle ambiental sob pena de configurar crime ambiental, já que a capivara é uma espécie protegida por lei.
Existem estudos para sua criação em cativeiro visando a produção de carne como substituto à caça predatória, mas ainda há poucos resultados práticos nesse sentido. Sua carne
tem sabor parecido com do porco e é mais magra porém tem sabor picante.

Papa-moscas-do-campo

O papa-moscas-do-campo (Culicivora caudacuta) é uma ave da família Tyrannid
ae, a única espécie do género Culicivora, que habita d
a Argentina e Paraguai ao Mato Grosso, Goiás, oest
e da Bahia, Maranhão, Distrito Federal, São Paulo e Paraná, além de algumas áreas na Bolívia. É uma ave campestre que habita os capinzais altos, úmidos ou secos, a meia altura nos colmos e se
alimentam de insetos, vivendo em pequenos bandos. Está ameaçado por perda de habitat.
Possui uma cauda longa e estreita, com dorso marrom claro com listras pretas, o peito é amarelo claro e o alto da cabeça preto.

Quero-quero
(Vanellus chilensis), também conhecido por abibe-do-sul ,tetéu, téu-téu, terém-terém e espanta-boiada,pertencendo a família dos Charadriidae.É uma ave do tamanho de uma perdiz e é caracterizado pelo colorido cinza-claro ornado preto na cabeça.A barriga branca e a asa tem verde metálicas.Tem um penacho na região superior a cabeça;os bicos,os olhos e as pernas são avermelhadas e tem um par de esporões ósseos de 1 cm perto das asas.Não há dimorfismo sexual.Mede em torno de 37cm de altura e pesa menos que 300g



Distribuição Geográfica

O quero-quero é uma ave típica da América do Sul, desde a Argentina e leste da Bolívia até a margem direita do baixo Amazonas e principalmente no Rio Grande do Sul, no Brasil.Vive nas grandes campinas úmidas e os espraiados dos rios e lagoas.

Dieta

O quero-quero se alimenta de invertebrados aquáticos e peixinhos que encontra na lama. Para capturá-los, ele agita a lama com as patas para provocar a fuga de suas presas.
Reprodução
Os ovos são postos durante a primavera em um ninho feito no solo. Para não rolarem, os ovos têm um formato semelhante a um pião. A casca é pintada com manchas escuras que favorecem a camuflagem em meio à grama alta. Ambos os pais protegem o ninho. Uma das táticas adotadas pela ave é fingir estar ferida quando algum intruso se aproxima do ninho. Outra tática é ir se afastando e levando para longe eventuais agressores do ninho. O macho é agressivo e ataca qualquer criatura que ofereça perigo.

Hábitos

O quero-quero é sempre o primeiro a dar o alarme quando algum intruso invade seus domínios. É uma ave briguenta que provoca rixa com qualquer outra espécie habitante da mesma campina.

Tatu
O tatu é um mamífero da ordem Xenarthra, família Dasypodidae, caracterizado pela armadura que cobre o corpo. Nativos do continente Americano, os tatus habitam savanas, cerrados, matas ciliares, e florestas secas. Têm importância para a medicina, uma vez que são os únicos animais, para além do homem, capazes de contrair lepra, sendo usados nos estudos dessa enfermidade.
Os tatus também são de grande importância ecológica, pois são capazes de alimentar-se de insetos (insetívoro) contribuindo para um equilibrio de populações de formigas e cupins.
Quando estes animais são caçados pelo seu valor cinegético (caça
para alimento) acaba por se desequilibrar o ecossistema pois se extermina um controlador natural de insectos, favorecendo o aumento destes invertebrados, resultando em problemas econômicos para a região.
Quando se protege de outros predadores, o tatu enrola-se, formando uma bola de armadura quase indestrutível. Nem um atropelamento de um veículo consegue perfurar a espessa armadura que o cobre.

Classificação

  • Família Dasypodidae: tatus
  • Subfamília Chlamyphorinae Gênero ChlamyphorusPichiciego-grande, Chlamyphorus retusus
  • Pichiciego-menor, Chlamyphorus truncatus

  • Subfamília Dasypodinae Gênero Cabassous
  • Tatu-do-rabo-de-porco, Cabassous centralis
  • Tatu-de-rabo-mole-do-chaco, Cabassous chacoensis
  • Tatu-de-rabo-mole-grande, Cabassous tatouay
  • Tatu-de-rabo-mole-comum, Cabassous unicinctus,Gênero Chaetophractus
  • Tatu-peludo-dos-andes, Chaetophractus nationi
  • Tatu-peludo-chorão, Chaetophractus vellerosus
  • Tatu-peludo, Chaetoph ractus villosus Gênero Dasypus
  • Tatu-mulita, Dasypus hybridus
  • Tatu-de-quinze-quilos, Dasypus kappleri
  • Tatu-galinha, Dasypus novemcinctus
  • Tatu-peludo-peruano, Dasypus pilosus
  • Tatu-dos-llanos, Dasypus sabanicola
  • Tatu-galinha-pequeno, Dasypus septemcinctus Gênero Euphractus
  • Tatu-peba, Euphractus sexcinctus Gênero Priodontes
  • Tatu-canastra, Priodontes maximus Gênero Tolypeutes
  • Mataco, Tolypeutes matacus
  • Tatu-bola-da-caatinga, Tolypeutes tricinctus Gênero Zaedyus
  • Pichi, Zaedyus pichiy

Veado campeiro

O veado-campeiro (Ozotoceros bezoarticus) encontrado em grande parte da América do Sul, ao sul da Amazônia.Medem cerca de 1 metro de comprimento, com pelagem dorsal marrom, contorno da boca, círculo ao redor dos olhos e barriga brancos e galhada com três pontas e cerca de 30 cm de altura.

Hábitos

Este veado é encontrado mais comumente sozinho ou em grupos de até três animais.
São animais extremamente ágeis, podendo correr a 70 km/h e pular obstáculos sem diminuir a velocidade. Os saltos são suficientes para cruzar pequenos rios e nadam com facilidade.
A hierarquia social é determinada através de disputas nas quais os machos empurram seus adversários com os chifres, numa prova de força. Esta disputa não tem por objetivo perfurar o oponente e o dano mais comum é a quebra de algumas pontas; porém podem ocorrer casos de perfuração.
Sua população está bastante reduzida por causa da caça, da febre aftosa (transmitida pelo gado), das queimadas e da perda do habitat natural, decorrente da ocupação agropecuária da pampas. Ironicamente, muitos fazendeiros culpam o veado pela disseminação da febre aftosa e acabam abatendo o animal para proteger o gado.
Alimentam-se essencialmente de gramíneas, alecrim-do-campo, o assa-peixe, o capim-favorito e vagens de barbatimão e desprezam os capins mais adequados para o gado.
Existem três subespécies de veado-campeiro:
  • O. bezoarticus bezoarticus - Campos do Brasil Central para o sul até o Uruguai
  • O. bezoarticus leucogaster - Sudoeste do Brasil, na região do pantanal
  • O. bezoarticus celer - nos pampas da Argentina.
As populações das três subespécies não estão em contato.
O nascimento dos filhotes ocorre quando existe uma maior oferta de alimentos,  ou após as queimadas naturais, épocas em que ervas, gramíneas e arbustos começam a rebrotar.

Lobo guará

O lobo-guará ou guará (Chrysocyon brachyurus) é o maior canídeo da America do Sul.Está localizada geográficamente pelo sul do Brasil,Paraguay,Peru e Bolívia a leste dos Andes,e extinto no Uruguay e talvez na Argentina,é considerado uma espécie ameaçada. O Brasil abriga o maior número de animais; dos cerca de 25.000 indivíduos da espécie, cerca de 22.000 estão em território brasileiro. Os biomas de sua ocorrência no Brasil são:Cerrado,Pantanal,Campos do Sul , parte da Caatinga e Mata Atlântica.
A espécie não está ligada a nenhum outro gênero de canídeos e aparentemente é uma relíquia da fauna plistocênica da América do Sul, que desapareceu após a formação do Istmo do Panamá.

Características

O lobo-guará mede cerca de 1 metro no ombro e pesa entre 20 e 25 kg. A sua pelagem característica é avermelhada por todo o corpo, exceto no pescoço,lombo, patas e ponta da cauda que são de cor preta,podendo na ponta da cauda,das orelhas e do papo ser da cor branca. Ao contrário dos lobos, esta espécie não forma alcatéias e tem hábitos solitários, juntando-se apenas em casais durante a época de reprodução.

Reprodução

A gestação dura em média 65 diase resulta em ninhadas de até seis crias sendo dois o número médio de crias que nascem entre junho e setembro. Os filhotes nascem pretos, com a ponta da cauda branca e pesam entre 340 gramas e 410 gramas. Sua maturidade sexual acontece com um ano de idade. o lobo guará tem seus filhotes somente no mês de junho e quando nascem a fêmea não sai da toca e é alimentada pelo macho.

Dieta

O lobo-guará caça preferencialmente de noite e ataca pequenos mamíferos roedores e aves, mas a sua dieta tem uma forte componente omnívora. Estes animais são bastante dependentes da lobeira (Solanum lycocarpum) e estabelecem com esta planta uma relação simbiótica: sem os frutos da lobeira o lobo-guará morre de complicações renais causadas por nemátodos, e em contrapartida tem um papel fundamental na dispersão das sementes desta planta.
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sábado, 5 de dezembro de 2009

Juan Manuel de Rosas


Juan Manuel José Domingo Ortiz de Rozas y López de Osornio.Militare político argentino. Foi governador da Província Com muito jovem enfrentou a segunda das chamadas invasões inglesas.Logo após, foi para o campo e se converteu em um grande proprietário de gado no Pampa, organizando em sua estância um exército pessoal para combater os índios.
Em 1828, ao ser derrubado o governador de Buenos Aires, Dorrego, posteriormente executado pelos unitaristas, Rosas encabeçou um levante popular que triunfou em Buenos Aires e no resto do litoral, enquanto que as províncias do interior permaneciam no campo unitarista. Depois de ter capturado o general unitário Paz, o interior foi reconquistado e a Argentina voltou à unidade sob a égide de Rosas, López e Quiroga.

Primeiro governo





Governador de Buenos Aires (1829-1832), renunciou por não lhe serem concedidos poderes absolutos, deixando o posto com um homem de sua confiança, Balcarce (que logo o trairia). Mesmo assim, Rosas seguiu dominando a situação como comandante em chefe do exército.
Em 1831 se firma o "Pacto Federal" (pacto preexistente), abolindo o centralismo e unificando o país como tal. Foi firmado por Entre Ríos, Santa Fe e Buenos Aires. Logo se juntaram as províncias restantes (Jujuy só declarou sua autonomia em 1834).

Segundo governo

Rosas foi nomeado, segundo quinqüênio de governo na província de Buenos Aires, entre 1835 a 1840, conferindo-lhe, finalmente a soma do poder público. El Restaurador, como ficou conhecido, exige que se realize um plebiscito, que teve como resultado 9320 votos a seu favor (alguns historiadores contam que foram 8, ou mesmo apenas 5, os votos contrários), devendo ter-se em conta que nesta época a província de Buenos Aires contava com 60.000 habitantes, dos quais não votavam as mulheres, anciãos e crianças.
Novamente governador de Buenos Aires em 1835 com plenos poderes, teve que enfrentar o mal-estar provocado pelo bloqueio da armada francesa (1838) e ao enfrentamento com a Confederação Peruano-boliviana. Lavalle, auxiliar dos franceses, organizou um exército que avançou até Buenos Aires.
Rosas, depois de conseguir um tratado com a França, foi apoiado pelos governadores do interior. Deste modo, em 1842, alcançou um poder absoluto sobre o território argentino.
Apoiando-se nas massas federais (camponeses, gaúchos, negros), organizou o Partido Restaurador Apostólico e manteve o país numa perene cruzada contra os unitaristas , exterminando seus inimigos.
Seu governo ditatorial conseguiu a estabilidade política interna, manteve a integridade nacional e favoreceu o crescimento econômico. Interveio nos conflitos internos do Uruguai, apoiando Oribe contra Rivera.
Sitiou Montevidéu, mas os britânicos obrigaram a esquadra argentina a levantar o bloqueio. A Argentina sofreu então a intervenção dos britânicos e franceses, que bloquearam Buenos Aires (1845) e organizaram uma expedição para penetrar pelo rio Paraná, o que não conseguiram fazer, e renderam-se.
Em 1850 o governador da Província de Entre Ríos,Generau Urquiza,teve o apoio dos unitaristas e do Governo Brasileiro e de Montevideu,entrou em Santa Fé,passou por Buenos Aires ganhando das tropas de Rosasna Batalha de Monte Caseros em 1852.

Rosas foi para a Grã-Bretenha,em uma granja na cidade de Southampton,levando apenas suas documentação,que seria utilizadas após sua morte o historiador Adolfo Saldías que escreveria sua Historia de la Confederación Argentina.Morreu em 1877.seus restos mortais foram para a Argentina no primeiro ano da presidência de Carlos Saúl Menem.



quarta-feira, 25 de novembro de 2009

ORIGEM DOS NOMES


Rio Grande do Sul: primeiramente conhecido como Rio Grande de São Pedro. A Barra do Rio Grande de São Pedro, foi um ponto geográfico estratégico para a fixação do domínio lusitano no sul do país. Local ideal para que lá se instalasse um reduto militar com acesso marítimo ao interior pelo canal Rio Grande que liga a lagoa dos Patos ao oceano.
Argentina: derivado do latim “argentum”, que significa “prata”. Os primeiros exploradores e comerciantes espanhóis e portugueses usaram a região do “Rio de la Plata” (Rio da Prata) para transportar prata e outros tesouros provenientes do Peru. As terras em torno da foz do Rio da Prata acabaram ficando conhecidas como Argentina, “terra da prata”.
Uruguai: do rio Uruguai (o nome oficial do país é “República Oriental do Uruguai”, com “oriental” representando a posição do território em relação ao rio). A palavra “uruguai” deve derivar das palavras guaranis “urugua”, que significa “caranguejos”, e "i", que significa "rio" ou "água". Outra possível explicação divide a palavra “uruguai” em três palavras do guarani: “uru”, um tipo de pássaro que vive próximo ao rio, “gua”, “que procede de” e “i”, “água”.
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

BOINA

Boina é um subtipo do boné, geralmente feito de lã e sem aba, e que surgiu em razão de os combatentes de blindados não se sentirem bem com uso de gorros ao efetuarem a manutenção das máquinas.
No Rio Grande do Sul, a boina muitas vezes substitui o chapéu do gaúcho.
É também esta na  moda principalmente utilizado pelas mulheres. Ela adapta-se à volta da cabeça, muitas vezes é puxada para um dos lados, e a sua coroa mole pode ser formatada de uma série de maneiras.
As boinas eram originalmente usadas pelos camponeses do País Basco. Hoje em dia são geralalmente feitas de feltro ou de fibras acrílicas.

Origem da boina militar:
Os escoceses e bascos estão na origem das boinas militares, embora o "tam-o'-shanter" (o chapéu ajustável, de tecido macio, usado pelos escoceses), para alguns autores, não seja considerada uma boina, já a "basca" não oferece dúvidas. Os Caçadores Alpinos franceses foram, em 1889, a primeira força militar a usar uma boina, de cor azul escura.
Durante a Primeira Guerra Mundial, a boina não conheceu grande expansão. Durante a Segunda Guerra Mundial, elas tinham cores diferentes, para diferenciar os militares que as usavam. A boina militar os Caçadores das Ardenas era verde, as tripulações dos carros de combate alemães usavam uma preta, os Caçadores Alpinos franceses mantinham o azul escuro e, os voluntários espanhóis da Divisão Azul usavam uma boina vermelha.

domingo, 1 de novembro de 2009

Milonga Das Tres Bandeiras

Milonga Das Tres Bandeiras Luiz Marenco
Vieja milonga pampeana
hija de llanos y vientos,
chiruza de cuatro alientos
de la tierra americana;
Vieja milonga paisana
de los montes y praderas,
tus mensajes galponeras
trenzaran en la oración
al pié del mismo fogón
los gauchos de tres banderas.


Brasileño y oriental,
Rio-grandense y argentino,
piedras del mismo mamino,
aguas del mismo caudal,
hicieran, de tu señal,
himnos de patria y clarin,
hasta el mas hondo confin,
de Osório-Artigas-Belgramo,
Madariaga y San Martín!

A tu conjuro peliaran,
vieja milonga machaza
los centauros de mi raza
que al más allá se marcharan
y las hembras te besaran
con cariño y con amor
cuando en la guitarra flor,
enriedada en el cordeje,
fuiste un llamado salvaje
al corazón del cantor!

Milonga - poncho y facón,
calandria pampa y lucero,
grito machazo del tero,
calor de hogar y fogón,
milonga del redomón,
llevando pátria en las ancas,
milonga de las potrancas
milonga de las congojas
milonga divizas rojas,
milonga divizas blancas.

Blanco y azules pañuelos,
celeste verde amarillos,
milonga de los caudillos
que hilvanaran nuestros suelos,
milonga de los abuelos
de las cepas cimarronas,
milonga de las lloronas
repiquetiando de lejos,
milonga de los reflejos
en las trenzas de las peonas.

Martín Fierro - el viejo Pancho,
Blau Nunes y Santo Veja,
tu sonido gaucho llega
parido nel mismo rancho
y a lo largo y a lo ancho
dibuja el suelo patrício
cuando el payador de ofício
repunta en vuelo bizarro,
lanceros de Canabarro,
rastreadores de Aparício.

Con tu sonido encadenas
nel mismo pampa dialecto,
Antonio de Souza Neto,
poncho - lanza y nazarenas,
milong sangre en las venas
de la história que se aleja,
leyenda de pátria vieja
que hizo del cielo diviza
con Justo José de Urquiza,
Juan Antonio y Lavalleja.

Milonga de tres colores
punteada en cuerdas de acero,
cuando el último jilguero
ensaya sus esteretores,
nosotros los payadores,
de la tradoción campera,
saldremos a campo fuera,
por los ranchos y fogones,
tartamudeando oraciones
pa' que el gaucho no se muera

Pero el jamás murirá,
gaucho no puede morir,
es ajes y el porvenir,
lo que fué y lo vendrá,
la lanza y el chiripá
padran quedar nel repecho,
Pero - Liberdade e Derecho,
Dignidad y Gaucheria,
el Patriotismo y la Hombria
los guardamos en el pecho.

Milonga de tres bandeiras,
templada por manos rudas,
mensaje de Dios, sin dudas
sin cadenas ni fronteras,
mañana por las praderas
el viento pampa resonga
con su guitarra de estrellas
haciendo pátria con ella
pues donde hay pátria, hay milonga.

sábado, 31 de outubro de 2009

Sepé Tiaraju


Sepé Tiaraju (Reprodução de São Luíz Gonzaga, em data desconhecida — São Gabriel,7 de fevereiro de 1756) era um índio guerreiro guarani, considerado um santo popular gaucho e declarado "herói guarani missioneiro rio-grandense" pela Lei nº 12.366.

Nasceu em um aldeamentos jesuíta dos Sete Povos das Missões, foi batizado com o nome latino cristão de Joseph. Bom combatente e estrategista, tornou-se líder das milícias indígenas e prefeito de São Gabriel, atuou contra as tropas luso-brasileira e espanhola na chamada Guerra Guaranítica.

Tal conflito inscreve-se no contexto histórico das demarcações decorrentes da assinatura do Tratado de Madrid (1750), que exigiu a retirada da população guarani aldeada pelos missionários jesuítas do território que ocupava, havia cerca de 150 anos. A posse da região ainda seria objeto do Tratado de Santo Ildefonso (1777) e do Tratado de Badajoz (1801).

Viviam na região dos Sete Povos das Missões aproximadamente trinta mil guaranis. Somando-se os do Paraguai e da Argentina, alcançaram um total estimado de oitenta mil indígenas evangelizados, que habitavam em aldeias planejadas, organizadas e conduzidas como verdadeiras cidades. O interesse luso-brasileiro por esta extensa região deveu-se, além da posse territorial, ao gigantesco rebanho de gado, o maior das Américas, mantido por esses mesmos indígenas.

Pereceu em combate contra o exército espanhol na batalha de Caiboaté, às margens da Sanga da Bica, na entrada da cidade de São Gabriel, durante a invasão das forças inimigas às aldeias dos Sete Povos. Após sua morte pereceram aproximadamente 1.500 guaranis diante das armas luso-brasileiras e espanholas.

Por seu feito, chegando a ser considerado um santo popular, virou personagem lendário do Rio Grande do Sul, e sua memória ficou registrada na literatura por Basílio da Gama no poema épico O Uraguay (1769) e por Érico Veríssimo no romance O Tempo e o Vento. É-lhe atribuída a exclamação: "Esta terra tem dono!".

No dia 21 de setembro de 2009, foi publicada a Lei Federal 12.032/09, que traz em seu artigo 1º o texto "Em comemoração aos 250 (duzentos e cinquenta) anos da morte de Sepé Tiaraju, será inscrito no Livro dos Heróis da Pátria, que se encontra no Panteão da Liberdade e da Democracia, o nome de José Tiaraju, o Sepé Tiaraju, herói guarani missioneiro rio-grandense."

Cabe ressaltar que não é considerado santo pela Igreja Católica, sendo santo popular uma expressão apenas de sua fama.

Como homenagem ao heroísmo e à coragem de Sepé Tiaraju, a rodovia RS-344 recebeu o seu nome.

Existe também no Rio Grande do Sul o município de São Sepé, nome que reflete a devoção popular pelo herói indígena.


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

BOLEADEIRAS



Indígenas do Río da Prata. Diário de viagem de Hendrick Ottsen, 1603. Note-se que um deles tem boleadeiras

Boleadeira é uma espécie de funda, uma arma muito utilizada pelo gaúcho para caçar nas grandes pradarias do pampa riograndense, uruguaio e argentino. Era lançada nos pés do animal enquanto ele corria, causando-lhe assim a queda e possibilitando ao caçador ir ao local dessa queda e matar o animal.

A boleadeira é composta de bolas metálicas ou pedras arredondadas (bolas ou boleadoras em castelhano) amarradas entre si por cordas tendo em cada uma das extremidades uma das bolas, em comparação com o lariat ou riata do cowboy.

Lançadas girando sobre si, elas vão ao encontro do alvo, geralmente as pernas de um animal quadrúpede, que leva um tombo na hora, ficando imobilizado. Usada normalmente na captura do gado na campanha, as boleadeiras também foram mais tarde utilizadas na guerra.

A boleadeira é a herança que as tribos autóctones da região do Plata deixaram aos gaúchos. Entre todos os utensílios de caça e/ou armas utilizados pelos gaúchos, nenhum é mais característico e mais peculiar que a boleadeira.

Não há dúvidas de que os espanhóis, e os europeus em geral, desconheciam totalmente o uso da boleadeira ao iniciar a conquista do continente americano.
Boleadeiras

Ainda que as investigações arqueológicas permitam afirmar que o uso foi conhecido na Europa, Ásia e África, é evidente que isto aconteceu na pré-história, posteriormente sendo esquecido.

Na América do Norte e outras regiões da América correu algo parecido; deste modo, com exceção da área compreendida pelo antigo império Inca e suas zonas de influência (Equador, Peru e Bolívia), todos os atuais territórios argentino e uruguaio e a região sul do estado brasileiro do Rio Grande do Sul, apenas os nativos da Groenlândia as conheciam, em uma versão mais leve, utilizando-as para a caça de aves em voo.

No Chile, foram descobertas bolas de pedra em áreas arqueológicas e mesmo que seja conhecido seu uso como arma na região, é evidente que não estavam mais em uso na época da conquista espanhola.

Na Bolívia, o uso das boleadeiras foi abandonado pouco depois do início da colonização, apenas algumas tribos - aymarás e urus - continuaram usando uma arma, do mesmo tipo que os groenlandeses, para caça de aves.

Há portanto, uma área fundamental, historicamente, dentro da região onde a boleadeira foi utilizada, constituída pela região uruguaio-riograndense. Ali a boleadeira, convertida em primeira arma de guerra pelos grupos indígenas que passaram a utilizar cavalos como montaria: charruas, minuanos, guaranis etc., foi muito bem recebida como herança cultural.

Os índios usavam dois tipos bem diferentes de boleadeiras, de uma e duas bolas.

A chamada "bola perdida", com apenas uma bola, do tamanho aproximado de um punho fechado, era usada como arma sendo lançada para atingir a cabeça do inimigo.

A boleadeira de duas bolas , ou nhanduzeira (avestruzeira) é utilizada para caça, especialmente do nhandu ou ema enredando-se nas patas do animal quando lançada. Também foi usada pelos índios nas guerras, para enredar as patas dos cavalos montados pelos conquistadores, causando a queda dos dois e possibilitando o ataque e morte do cavaleiro.

Ao que tudo indica, a boleadeira de três bolas - também chamada de Três Marias - foi criada, com base na boleadeira de duas bolas dos índios, pelos homens do pampa. Ela também tem seu uso principal na caça, sendo utilizada eventualmente na guerra, da mesma forma que a de duas bolas. Era um utensílio muito utilizado para capturar os animais de pequeno e médio porte.
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BOLEADEIRAS
Indios del Río de la Plata. Cuaderno de viaje Ottsen Hendrick, 1603. Tenga en cuenta que uno tiene bolas
Bola es una especie de honda, un arma utilizada por el gaucho a cazar en las grandes llanuras de las pampas de Río Grande do Sul, Uruguay y Argentina. Fue lanzado en las patas del animal mientras corría, lo que le hace caer y lo que permite al cazador a ir al sitio este otoño y matar al animal.
La bola está compuesto de bolas de metal o piedras (o bolas de boleadoras en castellano) unidos entre sí por cuerdas cada uno con un extremo de una de las bolas, en comparación con el lazo de vaquero o reata.
https://lh5.googleusercontent.com/-lEloidOEn-o/TYgLLHokQPI/AAAAAAAACm4/7yUQrL3IpZg/s1600/Imagem+5326.jpgFecha de lanzamiento girando sobre sí mismas, que cumplirán el objetivo, generalmente en las piernas de un animal cuadrúpedo, que se cae en el momento, consiguiendo cubrió.Normalmente se utiliza para la captura de ganado en la campaña, las boleadoras también se utiliza más tarde en la guerra.
La bola es el legado que las tribus indígenas de la región del Plata dejó los gauchos. Entre todos los utensilios y / o armas de caza utilizados por los gauchos, ninguna es más distintivo y peculiar más que la bola No hay duda de que los españoles, los europeos y, en general, totalmente inconsciente de la utilización de la bola para iniciar la conquista de las Américas.  Aunque la investigación arqueológica para apoyar el uso que se conocía en Europa, Asia y África, es evidente que esto ocurrió en tiempos prehistóricos, antes de ser olvidado.  En América del Norte y otras regiones de América fue algo así, de esta manera, excepto la zona cubierta por el antiguo imperio Inca y sus zonas de influencia (Ecuador, Perú y Bolivia), todo el territorio actual de Argentina y Uruguay y el sur del estado Brasil Rio Grande do Sul, sólo los inuit de Groenlandia los conocí en una versión más ligera, su uso para cazar pájaros en vuelo.
En Chile, bolas de piedra fueron hallados en zonas arqueológicas y se sabe que su uso como un arma en la región, es evidente que ya no estaban en uso en el momento de la conquista española.En Bolivia, el uso de bolas fue abandonado poco después del inicio de la colonización, sólo unas pocas tribus - Aymara y urus - continuó usando un arma, el mismo tipo que el de Groenlandia, para cazar pájaros.
http://1.bp.blogspot.com/_0B5vyqoBG2k/S94DfQaTx2I/AAAAAAAAB7s/xeIAyn4puEE/s1600/Imagem+1349.jpgPor lo tanto, un área clave históricamente dentro de la región donde se utilizó la bola, que consiste en la región uruguaya-Riograndense. bolas de Ali, primero se convierte en un arma de guerra por parte de grupos indígenas que empezaron a usar los caballos de montura: arados, minuanos, etc guaraní. Fue muy bien recibido como patrimonio cultural.Los indios utilizaron dos tipos muy diferentes de bolas, uno y dos bolas.La llamada "bola perdida", con sólo una pelota, del tamaño de un puño, fue utilizada como un arma que se puso en marcha para cumplir con la cabeza del enemigo.La bola dos bolas, o nhanduzeira (avestruzeira) se utiliza para la caza, especialmente Nhandu ema o enredo sí mismos en las patas del animal cuando lo suelta. También fue utilizado por los indios en la guerra, para atrapar a los pies de los caballos montados por los conquistadores, causando el colapso de los dos y que permite el ataque y el caballero de la Muerte.
Al parecer, la bola de tres bolas - también llamado las Tres Marías - fue creado, a partir de boleadeira dos bolas de los indios, los hombres de la pampa. Ella también tiene su uso principal en la caza, con el tiempo se utiliza en la guerra, al igual que las dos bolas. Es una herramienta de uso frecuente para capturar animales en las pequeñas y medianas empresas.

domingo, 25 de outubro de 2009

Me procurando

Me ProcurandoMarcelo Oliveira
Me procurando cruzei ao trote, depois ao tranco,
Não quis galope,que este meu mouro é pensativo igual ao dono

Me procurando achei teus olhos
Pelos caminhos de flor e encanto
E a sede grande dos acalantos
Me fez pousar sob o teu manto

Me procurando,me procurando
Fui Sacramento, depois Rio Grande
E pela idade do couro zaino
Fui farroupilha e castelhano
Brotando em versos de "Don Caetano"

Me procurando (sempre),me procurando
É num pialo de armada grande
É bem ali que me agiganto
E encontro a raça dos meus avós
Pisando firme no céu dos campos.
Na infância bugra do andar pampeano,
Um gurizito varre o galpão
Levanta poeira e a mesma poeira
Encontra o rasto dos meus "garrão".

Me procurando (sempre), me procurando
No olhar do índio revi meu povo
Nos arremates do alambrador
Na esquila antiga feita a martelo
Na polvadeira de um redomão
Nos olhos tristes de algum poeta
Que canta coisas do coração
Que viu o tempo, matando o tempo
Num rancho tosco,quincha e torrão

Me procurando de um lado a outro
Neste Rio Grande guacho de mão
Jeito de vento quando amanhece,
De alma branca de cerração
Me procurando (sempre), me procurando
Me encontrei simples, de alma rincão


sábado, 24 de outubro de 2009

GAUCHO


Gaúcho é palavra usa para uma pessoa do campo nas atividades como a pecuária nas regiões
uma denominação dada às pessoas ligadas à atividade pecuária em regiões de ocorrência de campos naturais do Vale do Rio da Prata, entre os quais o bioma denominado pampa, supostamente descendente mestiço de espanhóis e indígenas. As peculiares características do seu modo de vida pastoril teriam forjado uma cultura própria, derivada do amálgama da cultura ibérica e indígena, adaptada ao trabalho executado nas propriedades denominadas estâncias. É assim conhecido no Brasil, enquanto que em países de língua espanhola, como Argentina e Uruguai é chamado de gaucho.

O termo também é correntemente usado como gentílico para denominar os habitantes do estado brasileiro do Rio Grande do Sul. Além disso, serve para denominar um tipo folclórico e um conjunto de tradições codificado e difundido por um movimento cultural agrupado em agremiações, criadas com esse fim e conhecidas como CTGs.

Etimologia

Existem várias teorias conflitantes sobre a origem do termo "gaúcho". O vocábulo pode ter derivado do quíchua (idioma ameríndio andino) ou de árabe "chaucho" (um tipo de chicote para controlar manadas de animais). Além disso, abundam hipóteses sobre o assunto. O primeiro registro de seu uso se deu por volta de 1816, durante a independência da Argentina, com o qual se denominavam os índios nômades de pele escura, os gaúchos ou "charruas" (dai o chá - chimarrão, infusão de erva-mate verde seca e moída, tomada com água quente em cuia de cabaça ou porongo, sorvida por uma bomba de bambu ou metal), cavaleiros que domavam e cavalgavam "em pelo" os animais selvagens desgarrados das estâncias espanholas, que procriavam nos pampas argentinos.[ca

Segundo Barbosa Lessa, em seu livro Rodeio dos Ventos, publicado pela Editora Mercado Aberto, 2a edição, o primeiro registro da palavra se deu em 1787, quando o matemático português Dr. José de Saldanha participava da comissão demarcadora de limites Brasil-Uruguai. Em uma nota de rodapé do seu relatório de trabalho, o luso teria anotado a expressão usada pelos da terra para referir-se àqueles índios cavaleiros.

Historia

O termo originou-se na língua indígena da descrição de pessoas de hábitos nômades, ciganos, moradores em barracas ou tendas, brancos pobres, de miscigenação moura, vinda da Espanha - fugidos que viraram índios ou índios aculturados pelas missões que não possuíam terras e vendiam sua força de trabalho a criadores de gado nas regiões de ocorrência de campos naturais do vale do Rio da Prata, entre os quais o pampa, planície do vale do Rio da Prata e com pequena ocorrência no oeste do estado do Rio Grande do Sul, limitada, a oeste, pela cordilheira dos Andes.

O gentílico "gaúcho" foi aplicado aos habitantes da Província do Rio Grande do Sul na época do Império Brasileiro por motivos políticos, para identificá-los como beligerantes até o final da Guerra Farroupilha, sendo adotado posteriormente pelos próprios habitantes por ocasião da pacificação de Caxias, quando incorporou muitos soldados gaúchos ao Exército ao final do Confronto, sendo Osório um gaúcho que participou da Guerra do Paraguai e é patrono da arma de Cavalaria do Exército Brasileiro, quando valores culturais tomaram outro significado patriótico, os cavaleiros mouros se notabilizaram na Guerra ou Confronto com o Paraguai. Também importante para adoção dessa imagem mítica para representação do Estado do Rio Grande do Sul é a influência do nativismo argentino, que no final do século XIX expressa a construção de um mito fundador da cultura da região.

Na Argentina, o poema épico Martín Fierro, de José Hernández, exemplifica a utilização do elemento gaúcho como o símbolo da tradição nacional da Argentina, em contradição com a opressão simbolizada pela europeização. Martín Fierro, o herói do poema, é um "gaúcho" recrutado a força pelo exército argentino, abandona seu posto e se torna um fugitivo caçado. Esta imagem idealizada do gaúcho livre e altivo é freqüentemente contrastada com aquela dos trabalhadores mestiços das outras regiões do Brasil.

Os gaúchos apreciam mostrar-se como grandes cavaleiros e o cavalo do gaúcho, especialmente o cavalo crioulo, "era tudo o que ele possuía neste mundo". Durante as guerras do século XIX, que ocorreram na região, atualmente conhecida como Cone Sul, as cavalarias de todos os países eram compostas quase que inteiramente por gaúchos.

Musicá

Gaúchos

No folclore riograndese existem varios ritmos

Existem vários ritmos que fazem parte da folclore riograndense, mas a maioria deles são variações de danças de salão centro-européias populares no século XIX. Esses ritmos, derivados da valsa, do xote, da polca e da mazurca, foram adaptados como vaneira, vaneirão, chamamé, milonga, rancheira, xote, polonaise e chimarrita, entre outras.

O único ritmo riograndense é o bugio, criado pelo gaiteiro Wenceslau da Silva Gomes, o Neneca Gomes, em 1928, na região de São Francisco de Assis. Inspirado no ronco dos bugios, macacos que habitam as matas do Sul da América, o ritmo foi banido por ser considerado obsceno, mas foi mantido em São Francisco de Paula, onde hoje se realiza um festival "nativista" conhecido como "O Ronco do Bugio".

A partir de 1970, com a criação da Califórnia da Canção Nativa em Uruguaiana, começaram a surgir os festivais, que serviram de incentivo para músicos e compositores lançarem novos estilos, popularmente chamados de "música nativista". Essa música é formada por ritmos pré-existentes, especialmente a milonga e o chamamé, porém com canções mais elaboradas e com letras quase sempre dedicadas ao Rio Grande do Sul.

No Rio Grande do Sul também existe um ritmo chamado Tchê music, que incorpora ritmos tradicionalistas com influências do Maxixe nordestino. Também é comum neste estado, entre os descendentes de alemães, a Música folclórica alemã, em festivais como a Oktoberfest de Igrejinha

Vestimenta ou Indumentária

A pilcha é a indumentária do"gaúcho" riograndense. O traje típico desse gaúcho inclui o seu pala (ou poncho) que é um sobretudo que pode servir de cobertor para dormir(com um corte central para enfiar a cabeça, o chamado "poncho"), um facão ou adaga (ou facón, em castelhano), um relho (ou rebenque) e as calças largas chamadas bombachas (um termo que, para os povos da América espanhola, pode ser traduzido como "calça") para facilitar a montaria, presas às suas cinturas por um tipo de cinto com diversos bolsos de couro, denominado guaiaca (ou tirador, em castelhano). O Chiripá (ou Xiripá) também é considerado um traje típico. São complementos as botas, o chapéu de barbicacho e o lenço no pescoço. Pode carregar boleadeiras (bolas ou boleadoras, em castelhano), uma soga (corda) de couro torcido ou trançado com duas pedras redondas amarradas em cada uma de suas extremidades e outra soga (corda) de couro atada no meio dela com uma pedra menor na extremidade (chamada de "piedra chica"), formando uma ferramenta para caça ou captura de animais com três pedras, muito utilizada nos pampas da América do Sul, e comparada ao lariat ou riata do cowboy , norte americano.

Palavras e expressões regionalistas : - o falar gaúcho

O modo de falar do Rio Grande do Sul, a exemplo do de outras partes do Brasil, possui expressões próprias diferenciadas da linguagem padrão, algumas próprias de outros países do Prata ou da cultura urbana do Estado, não necessariamente fazendo parte da cultura original dos camponeses originalmente denominados "gaúchos". Porém, vale lembrar a forte influência do espanhol

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Zamba


Deriva da zamacueca (como a cueca) y se bailo no século passado em todas as províncias argentinas.

A "Zamba", última descendente da antiga "Zamacueca" peruana, reúne em seu jogo coreográfico as características de um poema, onde se sintetiza todo  processo amoroso que o homem aspira cumprir como essencial função da vida. Também é conhecida  como "Zama-cueca", "cueca", "Marinheiro", etc, Denominándosela "Chilena" nas províncias de Salta e Jujuy, designação popularizado até no Peru, o berço desta dança, onde entusiasticamente cultivada e foi considerado como uma verdadeira dança nacional, sobrevivendo a guerra com o Chile (1879). A partir desse momento e não vendo nenhuma simpatia lembrando-lhes que o nome o nome de seus contendores,a pedido do intelectual e humorista Abelardo Gamarra, mais conhecido pelo pseudônimo de "El Tunante", mudou o rótulo de "Chilena" por "Marinera", em homenagem aos feitos do "Huascar" navio da Marinha peruana.A"Zamba" cúpula de nossas danças tradicionais, é conhecida por esse nome nas províncias do Mediterrâneo e com a "cueca" em toda a região montanhosa(cordilheiras).Seu jogo é imita altamente significativos; lenços usados ​​pelos dançarinos atuando como intérpretes mudo mas eloquente sentir, destacando a intenção do homem, a fim de conquistar a mulher

quinta-feira, 15 de outubro de 2009


Quem canta refresca a calma,
Cantar adoça o sofrer,
Quem canta zomba da morte,
Cantar ajuda a viver.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

GRANDES FATOS HISTORICOS

1815
Derota de Napoleão em Walterloo
e consolidação,na Europa,
do predominio da Santa Aliança
(Rússia,Prússia e Impérial Austro-Húngaro)
e da Inglaterra.
1816
Novas lutas e incursões de tropas
portuguesas na região do Prata.
A campanha se estende até 1820
e o Uruguai é anexado ao Brasil
com o nome de província Cisplatina.
1820
Revolução liberal e constitucionismo em Portugal,na cidade do Porto.
O movimento repercute no Brasil,inclusive em Porto Alegre.
1821
D.João VIretorna a Portugale aceita a nova Costituição
1822
O principe regented.Pedro I proclama a independencia do Brasil
1824
Primeira Costituição do Imperio do Brasil.Revolta liberal em
Pernmbuco,onde é fundada a Confederação do Equador.
Na repressão subseqüente,o frei Caneca do Amor Divino é fuzilado,
no começo de 1815
No Rio Grande do Sul chegam os primeiros colonos alemães.
1825
O caudilho Juan Lavalleja começa a luta pela independencia do Uruguai.
Nova mobilização brasileirapara intervir no Prata.
1827
Os brasileiros são derrotadosna Batalha de Passo do Rosário,
ou deItuzaingó.
1828
Com pressão da Inglaterra,Brasil e Argentina reconhecem a
independencia do Uruguai.
D.PredroI abdica em seu filho e retorna a Portugal.
1834
Os coronéis Bento Gonsaves da Silva e Bento manoel Ribeiro são acusdos
de manter ligações inconvenientes com politicos e militares uruguaios.
Depois são absolvidos.
1835
Cresce a insatisfação no Rio Grande do Sul.
Em 20 de setembro,Bento Gonçalvestoma Porto Alegre e depõe Fernando Braga.
Começa a Revolução Farroupilha .
No Pará eclode a revolta conhecida como Cabanada
1836
Na Corte formam-se os partidos Conservadores e Liberal.Os impériais
retromam Porto Alegre .Em represália,depois da Batalhado Seival,
gen.Antonio de Souza Netto proclama a República
Rio -Grandense,em 11 de setembro.Em outubro,o general Bento Gonçalves
é apricionado por Bento Manuel,que mudara de lado,e vai para o Rio de Janeiro.
1837
Depois de ser mandado para o Forte do Mar,na Bahia,
Bento Gonçalves foge com ajuda da maçonaria e volta para o Rio Grande do Sul,
onde ssume a presidencia da República Rio-Grandense ou Farroupilha.Ainda na
prisão do Rio de Janeiro,conhece o italiano Giuseppe Garibaldi,que adere àcausa farroupilha.
1838
O governo da Repuplica Rio-Grandense funad o jornal o povo,dirigido pelo italianoLuigi Rossetti.Comaça na Bahia a revouta conhecida como Sabino da Rocha Vieira ,que ajudou Bento Gonçalves a fugir.
1839
Os repulh9casnos invadem santa Catarina e toma Laguna,proclama do Repubica Juliana,confederada à Rio-Grandese.A republica dura quatro meses.Em novenbro a Marinha Imperial Retoma Laguna.Nessa passagem Garibalde conhece Anita"a heroina de dois mundos"e se junda com ela.
1840
Maioridade de D.Pedro II que assume o trono e põe fim ao periodo regencial.
1841
Garibalde vai para Montevideú com Anita
1842
Eclode a revolução Liberalem Minas gerais e São Paulo,em junho.Ghega-se a pensar numa aliança entre as revoutas do Sul e do centro do país.Caxias neutraliza mineiros e paulistas,e é enviado ao Rio -Grande do Sul.No plata,recrudescem as lutas agora entre Rsa,de bueno Aires,e uruguaios,que querem manter a independencia Garibalde adere aos uruguaios .As potências européias,sobretudo a Inglaterra,querem garantir a livre navegação no rio da Plata.A diplomacia brasileira age na região.
1843
Gen.Bento Gonçalves e cel.O nofre Pires batem-se em duelo.Ferido,o coronel Bento Gonçalves deixas a precidencia da Republica Rio-Grandese.As forças de Davi Canabarra são surpreendidas em cerra dos Porongos.Os imperiais apresentam armamento,cavalosbandeiras e o arquivo dos farroupilhas.O major Vicente da fontoura segue para o Rio de Janeiro,a fim de negociar a paz.
Divididos,os republicanos rio-grandeses iniciam o debate sobre Costituição,que não será proclamada.
1845
Em 25 de fevereiro,em Poncho Verde,é assinada a paz entre o Imperio e os revoltados.Embora tenha assine o documento,gen.Antonio de Souza Netto declarace constituição da luta,e se exila no Uruguai.