quinta-feira, 29 de julho de 2010

REPÚBLICA JULIANA

REPÚBLICA JULIANA

(É chamada de" Juliana"devido ao mês que foi proclamada)

O nome "Juliana" refere-se ao mês da proclamação.

República Juliana,ou República Catarinense,foi estado republicano proclamado em Santa Catarina, em 24/07 /1839, e durou até 15 de novembro.Foi uma continuação da Revolução Farroupilha,que começou na província do Rio Grande do Sul, onde foi proclamada a República Rio-Grandense. A República Juliana,foi proclamada por Davi Canabarro e Giuseppe Garibaldi, formando uma união entre o vizinho de fronteira, porém, sem poder de expandir pela província de Santa Catarina,se conseguir a Ilha de Nossa Senhora do Desterro,sede do Império,em novembro-quadro meses depois de ser fundada,tomaram condições para que o Império voltasea Laguna,sede do governo republicano.Em Lages teve à revolução,mas foi no inicio de 1840.

A PREPARAÇÃO

A Marinha Imperial Brasileira fiscalizava os meios de comunicação farrapa:Lagoa dos Patos em Porto Alegre,Pelotas e Rio Grande entre outros rios navegáveis.Foi necessário improvisar um meio de se comunicar com o Rio Grande.Foi em Laguna(Santa Catarina).Primeiro foi preciso construir a marinha rio-grandense.Giuseppe Garibaldi conheceraBento Gonçalves na prisão do Rio de Janeiro,e conseguir uma carta de corso para prender navios do Impero.O plano era de criar um estaleiro em Camaquã,levar os barcos da Lagoa dos Patos até o Rio Capivari.e por terra,sobre rodas especialmente feitas para isto,até o lado do Tramandaí,onde os barcos foram até o mar. Foram construídos, o Seival e o Farroupilha,que depois de pouco tempo na Lago dos Patos,foram açoitados pela retaguarda inimiga de John Grenfell,Comandante da Marinha Imperial. Conseguindo coloca-los na estrada do Rio Capivari,começando pelo caminho de terra,por causa das chuvas insuportaveis,que fez com que o solo se tornasse um verdadeiro lamaçal.Sem falar que na região sul de Santa Catarina,desde 1836 era o lugar que os riograndenses refugiavam para fugir da revolução,mesmo a apoiando.Alguns lucravam com o contrabando de pólvora e armamentos para a República.

A TOMADA DE LAGUNA

Em 14/07/1839 os lanchões dirigiram-se para Laguna,pelo comando de David Canabarro.O Seival era mandado pelo capitão norte-americano Jonh Griggs ou "João Grandão",e o Farroupilha por Garibaldi.

Em Santa Catarina,perto do Rio Araranguá,ouve uma tempestade que poucos farrapos sobreviveram entre eles Garibaldi.

Até atacaram por terra, com as forças de Canabarro, e na água. Entrando em Laguna pelo Lago Garopaba do Sul, atravessando a Barra do Camacho,e passando no Rio Tubarão atacando Laguna por trás,assustados os imperialistas que estavam a espera do ataque de Garibaldi pela barra de Laguna e não pela lagoa.Com o Seival Garibaldi tomou Laguna,pela ajuda dos lagunense,de 22/07 /1839 a 29/07/1839 foi proclamado a Republica Juliana,para a conservação do porte em mãos republicanas.

Após conquistar Laguna as forças farroupilhas continuaram avançando para o norte, perseguindo as tropas imperiais, avançaram cerca de 70 quilômetros até a planície do rio Maciambu.A continuação foi parado devido a uma trincheira feita pelas forças imperiais cuitada pela geografia do Morro dos Cavalos, que dificultava o acesso das tropas farrapas e lhes bloqueava o avanço para o ataque à Desterro, hoje Florianópolis.
Os farroupilhas fizeram incursões mais ao norte, chegando a atacar a barra de Paranaguá, em 31 de outubro de 1839. Uma escuna e um lanchão farroupilhas capturaram a sumaca Dona Elvira, porém foram combatidos pelos canhões da fortaleza e obrigados a retroceder. A escuna recuou rumo ao norte, porém o lanchão, mais pesado, por ali parou e foi capturado por uma lancha com vinte homens comandada pelo alferes Manuel Antônio Dias e a lancha Dona Elvira foi recuperada.

A REPÚBLICA

Com a tomada de Laguna praticamente metade da província catarinense ficou em mãos republicanas e com a incorporação da vila de Lages, também sob controle rebelde, ao novo estado, o território da República Juliana se estendia do extremo meridional até o planalto catarinense.Foi então a organizada a República Juliana, sendo convocadas eleições para constituição do governo. Canabarro ficou à frente do governo da nova república até 7 de agostode 1839, quando foi convocado o colégio eleitoral. Foram eleitos para presidente o tenente-coronel Joaquim Xavier Neves e para vice o padre Vicente Ferreira dos Santos Cordeiro, como Xavier Neves estava em São José bloqueado pelas pelas forças imperiais, o padre Vicente Cordeiro assumiu a presidência.Foi também montada uma estrutura para organizar e dirigir os assuntos de interesse do novo estado, ministros foram nomeados para as diversas áreas. A administração geral ficou a cargo de seu secretário de Estado, o italiano Luigi Rossetti. Antônio José Machado, juiz de paz, foi nomeado para o Conselho Governativo da República Juliana.A República enfrentou uma série de dificuldades em seus quatro meses de existência, foram enfrentados problemas econômicos e políticos, além dos militares, com falta de pessoal e de recursos.Apesar de toda mercadoria do porto ter sido apreendida e de todo o dinheiro abandonado na vila durante a fuga das tropas e do governo imperial, uma das primeiras medidas tomadas pelo Secretário de Estado foi solicitar ao governo da República Rio-Grandense um empréstimo. Para piorar a situação, a marinha imperial promoveu um bloqueio ao porto de Laguna, estrangulando o comércio e a comunicação da vila com o exterior.Os revolucionários mantiveram por um longo período a pressão sobre Desterro. Ainda em 11 de setembro ocorre a revolta da guarnição da Fortaleza da Barra do Sul, localizada no extremo sul da Ilha de Santa Catarina, onde os militares imperiais rebeldes matam o alferes reformado Pedro Fernandes e deixam os revolucionários tomar posse da Fortaleza. Praticamente toda a guarnição da fortaleza, composta aproximadamente de 50 soldados, entre praças e oficiais, unem-se aos farroupilhas levando boa parte do armamento, munição e da pólvora existente. Entretanto já no dia 13 a fortaleza se encontrava novamente sob domínio imperial. A rebelião tinha sido incitada por João Rebelo de Matos, Bento José Roiz, José Pinto Ribeiro, João Francisco Régis, todos transferidos da Bahia e envolvidos na Sabinada, com o estopim sendo os constantes castigos físicos ordenados pelo comandante da fortaleza, José Joaquim Pereira. No final de outubro se retiraram para o sul.
Nesta epopéia, Giuseppe Garibaldi conhece Ana Maria de Jesus Ribeiro , que passa a ser sua companheira nas lutas e na vida: surge então a lendária Anita Garibaldi.

O fim da República
O bloqueio do porto e a continuada presença de tropas em Laguna, afetou interesses particulares e acabou por levar a população contra os republicanos. A falta de gêneros como sal e fumo, além da dura repressão farroupilha, levaram à deserção de lagunenses das linhas de frente e dos batalhões de defesa da vila passsou às centenas. No início de novembro de 1839 os habitantes da Freguesia de Imaruí se revoltaram contra os rebeldes rio-grandenses. Garibaldi foi encarregado de combater a rebelião, que foi reprimida com força.

Lanchão Seival na margem.
Os farroupilhas preparavam um ataque à ilha do Desterro, hoje Florianópolis, mas as forças imperiais contra-atacaram de surpresa, com força total. A frota da República, preparando-se para a invasão de Desterro, foi descoberta na foz do Rio Maciambu e destruídaComandados pelo novo presidente da província, General Andréa, mais de 3.000 homens por terra, e por mar, uma frota de 13 navios, melhor equipados e experientes, retomam Laguna a 15 de Novembro de1839, expulsando os revolucionários.Terminou assim a República Juliana, porém a República Riograndense, confederada a esta, durou até 1 de março de 1845, quando é celebrada a paz pelotratado de Ponche Verde, e a república integra-se ao Império do Brasil.No Museu Anita Garibaldi, em Laguna, está exposta uma Nota Promissória de vultosa quantia para a época, assinada pela República Juliana em favor da República Rio-Grandense. Ao lado constam os seguintes dizeres: "A República Catarinense já nasceu devendo."Em 1845, a província de Santa Catarina, já inteiramente pacificada, recebeu a visita do imperador D. Pedro II e da imperatrizTeresa Cristina.

Legado
O município de Laguna permanece fortemente influenciado pela República Juliana; sua bandeira é composta da tricolor verde-branca-amarela usada pela República Juliana com a adição dobrasão municipal ao centro, além de ser comemorado anualmente a Independência da República Juliana e a Tomada de Laguna.A história da República Juliana já foi abordada em diversos livros, como Anita Garibaldi - A Guerreira da Liberdade de Adilcío Cadorin, e A Casa das Sete Mulheresde Letícia Wierzchowski. O romance de Wierzchowski gerou uma minissérie de mesmo nome em2003, que teve 52 episódios produzidos pela Rede Globo, com Thiago Lacerda e Giovanna Antonelli como Giuseppe e Anita Garibaldi, respectivamente. Também foi adaptada em peça teatral com A Tomada de Laguna, inspirada pelo livro de Cadorin, que conta a história de amor de Giuseppe e Anita Garibaldi, passando pela proclamação da República Catarinense. Encenada ao ar livre em Laguna desde 1999, nos fins-de-semana do mês de julho, tem como cenários os locais onde realmente ocorreram os fatos, e possui Werner Schunemann e Samara Felippo nos papéis principais.A República Juliana foi citada como uma das referências utilizadas para a criação do movimento secessionista O Sul É o Meu País, em 18 e 19 de julho de 1992 em Laguna, que objetiva, por vias democráticas e plebiscitárias, a separação da região sul do Brasil para a formação de um novo país.

%%%%%%%%%%%%%%%%%%%Traducion%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%

REPÚBLICA JULIANA

Juliana República, o República de Santa Catarina, fue proclamado el estado republicano en Santa Catarina, 24/07 / 1839, y duró hasta el 15 de novembro.Foi Farroupilha una continuación de la Revolución, que comenzó en la provincia de Rio Grande do Sul, donde fue proclamado elRepública Riograndense. La República Juliana, fue proclamada por David Canabarro y Giuseppe Garibaldi, formando una unión entre vecinos de la frontera, pero sin el poder para ampliar la provincia de Santa Catarina, al llegar a la isla de Nuestra Señora del exilio, la sede del Imperio en noviembre Marco después de meses su fundación, subió al escenario para el imperio voltasea Laguna, sede del gobierno Lages republicano.Em tenido la revolución, pero fue a principios de 1840.

LA PREPARACIÓN

El brasileño Imperial bordo de la Marina de supervisar el trapo medios de comunicación: Laguna de los Patos en Porto Alegre, Pelotas y Río Grande y los ríos navegáveis.Foi otros para improvisar un medio de comunicación con Río Grande.Foi Laguna (Santa Catarina). En primer lugar, se la Marina de Guerra debe construir río grandense.Giuseppe Garibaldi conheceraBento Gill en la cárcel en Río de Janeiro, y obtener una patente de corso para detener a los buques Impero.O plan era establecer un astillero en Camaquã llevar los botes de la laguna con el Río Capivari.e suelo, sobre ruedas especialmente diseñada para ello, por el lado de Tramandaí, donde los barcos a la mar.
Fueron construidos, y Seival Ragamuffin, que después de un corto período de tiempo en el Lago de los Patos, fueron golpeados por Grenfell la retaguardia del enemigo Juan, Comandante de la Armada Imperial. Cómo los pone en el camino del río Capivari, comenzando por el camino de tierra por las lluvias insoportable, lo que provocó que la tierra se una mención lamaçal.Sem cierto que en la región meridional de Santa Catarina, desde 1836 era el lugar queRiograndenses el refugio para escapar de la revolución, incluso apoiando.Alguns beneficiado de la introducción clandestina de armas y la pólvora de la República.


LA TOMA DE LAGUNA
El 14/07/1839 los encendedores se fue a la Laguna, por orden de David Canabarro.O Seival fue enviado por el capitán estadounidense John Griggs o "Big John" y la Ragamuffin por Garibaldi.
En Santa Catarina, cerca de Río Araranguá, oye una tormenta que jirones pocos sobrevivieron incluyendo Garibaldi.

Hasta que atacaron por tierra, con las fuerzas de Canabarro, y el agua. Entraron en la Laguna Lake Garopaba Sur, cruzando la barra de Camacho, y pasando el río Laguna tiburón ataca por la espalda, miedo a los imperialistas que estaban esperando el ataque por la laguna de Barra de Garibaldi y no por el lagoa.Com Seival Garibaldi tomó Laguna, con la ayuda de lagunense de 22/07 / 1839 a 29/07/1839 se proclamó la República Juliana, para la conservación de tamaño en manos de los republicanos.
Después de ganar farroupilhas Laguna fuerzas continuaron avanzando hacia el norte, siguiendo las tropas imperiales avanzado unos 70 km hasta la llanura del río continuó Maciambu.A se detuvo debido a una zanja hecha por las fuerzas imperiales cuite por la geografía del Cerro del Caballo, que difícil acceso para las tropas y sus trapos bloquear el avance del ataque a Desterro, actual Florianópolis.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Retrato De Pampa E Invernada

Retrato De Pampa E Invernada
Cesar Oliveira & Rogério Melo
Destapo a imagem do pago
Sempre que estendo uma tropa
Num corredor aramado
Destes que cortam rincões
A casco, marco as razões...
Que povoam o campo aberto
Quando aparto o que é certo
Das mentirosas visões

Na riqueza do meu mundo
De espora, poncho e arreio
Sei o que um pingo de freio
Pode ou não pode fazer
Do amor de um bem querer
Faço munício pra vida
Num mate depois da lida
Nas cismas do entardecer

Refrão:
Da invernada do lagoão
Até o potreiro "das casa"
Pouco mais de meia quadra
De várzea, trevo e coxilha
Grama buena, de forquilha
Nativa das sesmarias
E um ventito que arrepia
O pêlo da minha tordilha

Dos laços que vertem braças
E abraçam as aspas e mãos
A firmeza no garrão
E a certeza no serviço
E talvez seja por isso
Que a pampa ande estampada
Num retrato de invernada
Na rudez do meu ofício

Num fundão de fim de mundo
Bordado a cova de touro
O trabalho enruga o couro
Na volta braba do dia
O berro da gadaria
Reponta um resto de inverno
No terrunho amor materno
Da vaca lambendo a cria.


segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dicionário Guarany


A

Aaru: espécie de bolo preparado com um tatu moqueado, triturado em pilão e misturado com farinha de mandioca.
Abá (avá - auá - ava - aba): homem, gente, pessoa, ser humano, índio.
Ababá: tribo indígena tupi-guarani que habitava as cabeceiras do rio Corumbiara (MT).
Abacataia: peixe de água salgada, parecido com o peixe-galo.
Abaçaí: perseguidor de índios, espírito maligno que perseguia e enlouquecia os índios.
Abaetê: pessoa boa, pessoa de palavra, pessoa honrada.
Abaetetuba: lugar cheio de gente boa.
Abaité: gente ruim, repulsiva, estranha.
Abanheém: (awañene) língua de gente, a língua que as pessoas falam.
Abaquar: senhor (chefe)do vôo, homem que voa.
Abaré: (aba - ré - rê - abaruna)amigo.
Abaruna: (abuna)amigo de roupa preta, padre de batina preta.
Abati: milho, cabelos dourados, louro.
Acag: cabeça.
Acará: (acaraú) garça, ave branca.
Acaraú: acaraí, acará, rio das garças. Diz-se que a grafia com a letra u, com o som de i fechado, vem dos colonizadores franceses, que os portugueses representavam, às vezes, por y).
Acemira: acir, o que faz doer, o que é doloroso (moacir).
Açu: (iguaçu, paraguaçu) grande, considerável, comprido, longo.
Aguapé (tupi): (awa'pé) redondo e chato, como a vitória-régia, plantas que flutuam em águas calmas.
Aimará: túnica de algodão e plumas, usada pelos guaranis.
Aimirim: aimiri, formiguinha.
Airequecê: lua.
Airumã: estrela-d'alva.
Aisó: formosa.
Aiyra: filha.
Ajubá: (itajubá) amarelo.
Akitãi: (irakitã - muirakitã) baixo, baixa estatura.
Amana: (amanda) chuva.
Amanaci: (amanacy) a mãe da chuva.
Amanaiara: a senhora da chuva ou o senhor da chuva.
Amanajé: mensageiro.
Amanara: dia chuvoso.
Amanda: amana, chuva.
Amandy: dia de chuva.
Amapá: (ama'pá) árvore de madeira útil, e cuja casca, amarga, exsuda látex medicinal.
Amerê: fumaça.
Ami: aranha que não tece teia.
Anauê: salve, olá.
Andira: o senhor dos agouros tristes.
Andirá: morcego.
Anhangüera: diabo velho.
Anomatí: além, distante
Antã (atã): forte.
Anacê: parente.
Anajé: gavião de rapina.
Aondê: coruja.
Ape'kü: (apicum) mangue, brejo de água salgada.
Apoena: aquele que enxerga longe.
Apuama: veloz, que tem correnteza.
Aquitã: curto.
Aracê: aurora, o nascer do dia.
Aracema: bando de papagaios (periquitos, jandaias, araras).
Aracy: a mãe do dia, a fonte do dia, a origem dos pássaros.
Aram: sol.
Arani: tempo furioso.
Arapuã: abelha redonda.
Arapuca: armadilha para aves.
Araxá: lugar alto onde primeiro se avista o sol.
Auá: (avá, abá) homem, mulher, gente, índio.
Avaré: (awa'ré, abaré) amigo, missionário, catequista
Avati: gente loura (abati, auati).
Aw
añene: (abanheém) língua de gente, a língua que as pessoas falam.
Ayty: ninho (parati).
B
Babaquara: tolo, aquele que não sabe de nada.
Bapo: chocalho usado em solenidades.
Baquara: sabedor de coisas, esperto.
Biboca: moradia humilde.
C
Caá: kaá, mato, folha.
Caapuã: aquele ou aquilo que mora (vive) no mato.
Caboclo: (kariboka) procedente do branco, mestiço de branco com índio (cariboca, carijó, caburé, tapuio).
Caburé (tupi): kaburé, caboclo, caipira.
Canoa: embarcação a remo, esculpida no tronco de uma árvore; uma das primeiras palavras indígenas registradas pelos descobridores espanhóis.
Capenga: pessoa coxa, manca.
Cari: o homem branco, a raça branca.
Carió: procedente do branco, caboclo, antiga denominação da tribo indígena guarani, habitante da região situada entre a lagoa dos Patos (RS) e Cananéia (SP), (carijó).
Carioca: kari'oka, casa do branco.
Cuica: ku'ika,espécie de rato grande com o rabo muito comprido.
Curumim: menino (kurumí).
D
Damacuri: tribo indígena da Amazônia.
Deni: tribo indígena aruaque(aruake), que vive pelos igarapés do vale do rio Cunhuã, entre as desembocaduras dos rios Xiruã e Pauini, Amazônia. Somam cerca de 300 pessoas, e os primeiros contatos com a sociedade nacional ocorreram na década de 60.
E
Eçaí: olho pequeno.
Eçaraia: o esquecimento.
Etê: bom, honrado, sincero.
G
Galibi: tribo indígena da margem esquerda do alto rio Uaçá, Amapá.
Geribá: nome de um coqueiro.
Goitacá: nômade, errante, aquele que não se fixa em nenhum lugar.
Guará (1): iguara, ave das águas, pássaro branco de mangues e estuários.
Guará (2): aguará, aguaraçu, mamífero (lobo) dos cerrados e pampas (açu).
Guarani(1): raça indígena do interior da América do Sul tropical, habitante desde o Centro Oeste brasileiro até o norte da Argentina, pertencente à grande nação tupi-guarani.
Guarani (2): grupo lingüístico pertencente ao grande ramo tupi-guarani, porém mais característico dos indígenas do centro da América do Sul.
Guaratinguetá: reunião de pássaros brancos.
Guariní: guerreiro, lutador.
I
I: água, pequeno, fino, delgado, magro.
Iaé (kamaiurá): lua.
Iandé: a constelação Orion.
Iandê: você.
Iba: (iwa, iua, iva) ruim, feio, imprestável (paraíba).
Ibi: terra.
Ibitinga: terra branca (tinga).
Ig: água.
Iguaçu: água grande, lago grande, rio grande.
Ipanema: lugar fedorento.
Ipiranga: rio vermelho.
Ira: mel (iracema, irapuã).
Iracema: lábios de mel (ira, tembé, iratembé).
Irapuã: mel redondo (ira, puã).
Ita: pedra (itaúna).
Itajubá: pedra amarela (ita, ajubá).
Itatiba: muita pedra, abundância de pedras (tiba).
Itaúna: pedra preta (ita, una).
Ité: ruim, repulsivo, feio, repelente, estranho (abaité).
Iu: (yu, ju) espinho, (jurumbeba).
J
Jabaquara: rio do senhor do vôo (iabaquara, abequar).
Jacamim: ave ou gênio, pai de muitas estrelas (yacamim).
Jaçanã: ave que possui as patas sob a forma de nadadeiras, como os patos.
Jacaúna: indivíduo de peito negro.
Jacu: (yaku) uma das espécies de aves vegetarianas silvestres, semelhantes às galinhas, perus, faisões.
Jacuí: jacu pequeno.
Jaguar: yawara, cão, lobo, (guará).
Juçara: palmeira fina e alta com um miolo branco, do qual se extrai o palmito.
Jurubatiba: lugar cheio de plantas espinhosas (ju - ru - uba -tiba).
Jurubeba: planta espinhosa e fruta tida como medicinal.
Jururu: de aruru, que significa triste
Kaapora: aquilo ou quem vive no mato, (caapora, caipora).
Kamby: leite, líquido do seio.
L
Laurare (karajá): marimbondo.
Lauré (pauetê-nanbiquara): arara vermelha.
M
Manau: tribo do ramo aruaque(aruake) que habitava a região do rio Negro.
Manauara: natural de, residente em, ou relativo a Manaus (capital do estado do Amazonas).
Mairá: uma das espécies de mandioca.
Maní: deusa da mandioca, amendoim (maniva).
Manioca: mandioca (a deusa Maní, enterrada na própria oca, gerou a raiz alimentícia).
Mandioca: aipim, macaxeira, raiz que é principal alimento dos índios brasileiros.
Maracá: mbaraká, chocalho usado em solenidades.
Massau: uma das espécies de macaco, pequeno e de rabo comprido, (sagüi).
Membira: filho ou filha.
Motirõ: mutirão, reunião para fins de colheita ou construção.
N
Nanbiquara: fala inteligente, de gente esperta.
Nhe: nhan, falar, fala, língua.
Nhenhenhém: nheë nheë ñeñë, falação, falar muito, tagarelice.
O
Oapixana: tribo do ramo aruaque do alto rio Branco, Roraima, nas fronteiras com a Guiana.
Oca: cabana ou palhoça, casa de índio ( ocara, manioca)
Ocara: praça ou centro de taba, terreiro da aldeia
Ocaruçu: praça grande, aumentativo de ocara
P
Pará (1): rio
Pará (2): prefixo utilizado no nome de diversas plantas
Paracanã: tribo indígena encontrada durante a construçao hidrelétrica de Tucuruí, no rio Tocantins, Para.
Paraíba (1): paraiwa, rio ruim, rio que não se presta à navegação.
Paraibuna: rio escuro e que não serve para navegar
Paraná: mar
Pauá (tupi): (pawa, pava) tudo, muito, no sentido de grande extensão.
Peba: branco,branca (tinga, peva, peua).
Pereba: pequena ferida.
Pernambuco: mar com fendas, recifes.
Piauí: Rio de piaus (tipo de peixe).
Pindaíba: anzol ruim, quando não se consegue pescar nada.
Poti: camarão.
Potiguar: pitiguar, potiguara, pitaguar, indígena da região nordeste do Brasil.
Puã: redondo (irapuã).
Puca: armadilha (arapuca, puçá).
Puçá: armadilha para peixes.
Q
Quecé: faca velha.
Quibaana: tribo da região Norte.
R
Raira: filho (membira).
Ré: amigo (geralmente usado como sufixo: abaré, araré, avaré).
Rudá: deus do amor, para o qual as índias cantavam uma oração ao anoitecer.
Ru: folha (jurubeba).
S
Sapiranga: olhos vermelhos, (çá: olhos, piranga: vermelhos).
Sauá: uma das espécies de macaco.
Sergipe: rio do siri.
Surui: tribo do parque do Aripuanã, Rondônia.
T
Tapuia: designação antiga dada pelos tupis aos gentios inimigos, índio bravio.
Tembé: lábios (Iracema, iratembé).
Tiba: (tiwa, tiua, tuba) abundância, cheio.
Tijuca: lama, charco, pântano, atoleiro.
Tinga: branco, branca.
Tiririca: arrastando-se, alastrando-se, erva daninha que se alastra com rapidez.
Tocantins: bico de tucano.
Tupi (1): povo indígena que habita(va) o Norte e o Centro do Brasil, até o rio Amazonas e até o litoral.
Tupi (2): um dos principais troncos lingüísticos da América do Sul, pertencente à família tupi-guarani.
Tupi-guarani: um das quatro grandes famílias lingüísticas da América do Sul tropical e equatorial.
U
Uaçá: caranguejo.
Uaná: vagalume (urissanê).
Ubá: canoa (geralmente feita de uma só peça de madeira);
V
Vapidiana: tribo do ramo aruaque do alto rio Branco, Roraima.
W
Wapixana: tribo do ramo aruaque do alto rio Branco, Roraima.
X
Xaperu: tribo da região Norte.
Xará: (X-rer-á) tirado do meu nome.
Xavante: tribo indígena pertencente à família lingüística jê. Ocupa extensa área, limitada pelos rios Culuene e das Mortes, Mato Grosso.
Xoclengue: tribo caingangue do Paraná (rio Ivaí).
Y
Yacamim: ave ou gênio, pai de muitas estrelas (jaçamim)
Yamí: noite.
Yapira: mel (japira).
Yara: deusa das águas, lenda da mulher que mora no fundo dos rios.
Yasaí: açaí, fruta que chora.
Yawara (tupi): jaguar, cão, cachorro, lobo, gato, onça.
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A
Aaru: especie de torta hecha con un armadillo tostado y molido en el mortero y se mezcla con harina de yuca.
Abba (Ava - AUA - ava - ficha): hombre, gente, persona, ser humano de la India.
Abeba: tribu tupí-guaraní que habitó las cabeceras del río Corumbiara (MT).
Abacataia: pescado de mar, como el bote.
Abacae: rastreador indio, que perseguía el espíritu del mal y los indios enloquecidos.
Abaeté: buena persona, una persona de palabra, persona honorable.
Abaetetuba: un lugar lleno de gente buena.
Abaité: la gente mala, desagradable, extraño.
Abanheém: (awañene) lenguaje de la gente, el idioma que se habla.
Abaquar: Señor (cabeza) del vuelo, el hombre que vuela.
Abaré: (colgajo - re - re - abaruna) amigo.
Abaruna: (Abuna) amigo de ropa de color negro, un sacerdote con sotana negro.
Abati: maíz, cabello rubio dorado.
ACAG: la cabeza.
Acará: (Acaraú) garzas, pájaro blanco.
Acaraú: Acarai, disco, río de garzas. Se dice que la palabra con la letra u, el sonido de i cerrada, proviene de los colonialistas franceses, los portugueses representados, a veces, y).
Acema: Acir, que hace daño, lo cual es doloroso (Moacir).
Acu: (Iguaçu, Paraguaçu) el tiempo grande, guapo, mucho, mucho tiempo.
El jacinto de agua (Tupi): (awa'pé) redondos y planos, como los nenúfares gigantes, plantas que flotan en aguas tranquilas.
Aymara: túnica de algodón y plumas, utilizadas por los guaraníes.
Aimirim: ant aimiri.
Airequecê: la luna.
Airumã: estrella de la tarde.
Aiso: hermoso.
Aiyra: hija.
Ajuba: (Itajubá) de color amarillo.
Akitãi: (irakitã - muirakitã) baja estatura y corto.
Amana: (Amanda) de lluvia.
Amanaci: (amanacy) la madre de la lluvia.
Amanaiê: la señora del señor de la lluvia o la lluvia.
Amanajo: mensajero.
Amanara: día de lluvia.
Amanda: Amana, la lluvia.
Amandy: día de lluvia.
Amapá: (ama'pá) la madera del árbol de trabajo, y cuya corteza, amarga, exuda látex medicamentos.
Amer: humo.
Ami: araña no teje la tela.
Anauê: granizo, hola.
Andira: el señor de tristes presagios.
Andirá: bate.
Anhangüera: viejo diablo.
Anomatí: aparte, lejos
Anthony (ATA): Fuerte.
Anacê: relativa.
Anajo: presa de halcón.
Aondê: búho.
Ape'kü: (apicum) pantano, laguna de agua salada.
Apoena: uno que puede ver a lo lejos.
Apuama: rápidos, que es actual.
Aquit: corto.
ARACE: amanecer, la salida del sol.
Aracema: bandada de loros (pericos, guacamayos, cacatúas).
Aracy: dia de la madre a la oferta del día, el origen de las aves.
Aram: dom
Arani: la hora furioso.
Arapuá: todo el de las abejas.
Trampa: Trampa para pájaros.
Araxá: primer lugar alto donde se puede ver el sol.
Aua: (Ava, ficha) hombres, mujeres, personas de la India.
Avaré: (awa'ré, Abaré) amigo, misionero, catequista
Avati: personas rubias (sacrificados, auati).
Awañene: (abanheém) de personas que hablan el idioma que se habla.
Ayty: nido (ron).
B
Babaquara: tonto, que no sabe nada.
BAPO: sonaja utilizada en ceremonias.
Baquera: saber cosas, inteligente.
Biboca: humilde morada.
C
Caá: Kaa, malas hierbas, hojas.
Caapu: eso o lo que vive (vive) en el monte.
Caboclo: (kariboka) procedentes de las blancas, mezcladas entre blanco e indio (cariboca, Hormiguero, Crema,
Crema (Tupi): Kabura, hillbilly, redneck.
Canoa: bote de remos, tallado en el tronco de un árbol, una de las primeras palabras grabadas por nativos descubridores españoles.
Lame: cojo, cojo.
Cari: el hombre blanco, la raza blanca.
Cariotipo: desde el blanco, hillbilly, antiguo nombre de la tribu guaraní, los habitantes de la región ubicada entre la Laguna de los Patos (RS) y Cananea (SP), (la mitad de la India).
Carioca: kari'oka, la Casa Blanca.
Cuica: ku'ika, especie de rata gigante con la cola demasiado larga.
Muchacho indio: Chico (kurumi).
D
Damacuri: tribu indígena en la Amazonía.
Deni: Arawak tribu india (Aruak), que vive en los arroyos de la Cunhuã valle del río, entre las desembocaduras de los ríos y Pauini Xiruã, Amazonas. Total de alrededor de 300 personas, y los primeros contactos con la sociedad nacional se produjo en los años 60.
E
ECAI: ojos pequeños.
Eçaraia: el olvido.
Ete: bueno, sincero honesto,.
G
Galibi: tribu indígena de la margen izquierda del río Alto UACA, Amapá.
Geribá: nombre de un árbol de coco.
Goitacá: el nómada, errante, que no se fija en cualquier lugar.
Guara (1): iguara, aves acuáticas, aves blancas de los manglares y estuarios.
Guara (2): aguará, aguaraçu, mamíferos (lobo) de las praderas y pampas (ACU).
Guaraní (1): raza indígena del interior de América del Sur tropical, viviendo de la región central de Brasil hasta el norte de Argentina, que pertenece a la gran tupí-guaraní.
Guaraní (2): grupo lingüístico que pertenece a la rama tupí-guaraní grande, pero más característico de los pueblos indígenas del centro de América del Sur
Guaratinguetá: reunión de pájaros blancos.
Guarino: guerrero, luchador.
Yo
I: agua, pequeña, delgada, fina fina,.
IAE (Kamaiurá): Luna.
Yande: la constelación de Orión.
Iy: tú.
Iba: (IWA, la UIA, iva) malo, feo, inútil (norteño).
Ibi: la tierra.
Ibitinga: tierra blanca (tinga).
Ig: el agua.
Iguazú: Agua Grande, el Lago Grande, Río Grande.
Ipanema: lugar apestoso.
Ipiranga: Río Rojo.
Ira: Miel (Iracema, Arapuá).
Iracema: labios de miel (ira, Tembe, iratembé).
Irapuã: todo miel (ira, PUA).
Ita: piedra (Itaúna).
Itajubá: piedra amarilla (ita, Ajuba).
Itatiba: mucho rock, un montón de rocas (TIBA).
Itaúna: piedra negro (ita, UNA).
Ite: malo, asqueroso, feo, repulsivo, extraño (abaité).
U: (yu, ju) espina (jurumbeba).
J
Jabaquara: maestro de Río de vuelo (iabaquara, ABEQUA).
Trompetero: ave o el genio, el padre de muchas estrellas (yacamim).
Jacana: ave que tiene las piernas en forma de aletas, como los patos.
Jacaúna: pecho negro individuales.
Guan: (Yaku), una especie vegetariana de aves silvestres, similar a los pollos, pavos, faisanes.
Jacuí: Guan pequeños.
Jaguar: yawara, el perro, el lobo (lobo).
Juçara: palma de la mano delgada y alta, con una corteza blanca, que se extrae de la palma.
Jurubatiba: un lugar lleno de plantas espinosas (ju - ru - tibá UBA-).
Jurubeba: planta espinosa y frutas que se medicinales.
Jururu: de Aruru, que significa triste
Kaapor: ¿qué o que viven en el monte (duende, mala suerte).
Arró: leche, el líquido del seno.
L
Laurare (Karaja): avispa.
Laura (pauetê-nanbiquara): guacamaya roja.
M
Manau: rama de la tribu Arawak (Aruak) que habitaron la región de Río Negro.
Manauara: natural, con domicilio en, o relativas a Manaus (capital del estado de Amazonas).
Mair: una especie de yuca.
Mani: diosa de la yuca, el maní (mandioca).
Mandioca: yuca (la diosa Mani, enterrados en el hueco muy, genera el alimento raíz).
La yuca: yuca, mandioca, que es el alimento básico de los indios brasileños.
Maraca: Mbaraka, sonaja utilizada en ceremonias.
Massau: una especie de mono, pequeño, de cola larga, (tití).
Miembros: el hijo o hija.
Motiro: grupo de trabajo, reunión con el propósito de la recolección o la construcción.
N
Nanbiquara: discurso inteligente, la gente inteligente.
Nhe: Nhan, hablar, habla, el lenguaje.
Nhenhenhém: nheë nheë bebé, hablar, hablar mucho, parlotear.
El
Oapixana: rama de la tribu Arawak de la parte alta del Río Branco, Roraima, en la frontera con Guyana.
Oca: choza o cabaña, el hogar de indio (Ocara, mandioca)
Ocara: la plaza o el centro de tabaco, patio de la aldea
Ocaruçu: gran plaza, aumentativos de Ocara
P
Párrafo (1): Río
Párrafo (2): prefijo usado en el nombre de varias plantas
Paracanas: tribu de indios que durante la construcción del TucuruıD en Tocantins, Pará.
Paraíba (1): paraiwa, Bad río, un río que no se presta para la navegación.
Paraibuna: río oscuro y que sirve para navegar
Paraná: el mar
Paua (Tupi): (Pawa, pava) todo, mucho, en buena medida.
Peba: blanco, blanco (tinga, en cuclillas, peua).
Manga: pequeña herida.
Pernambuco: el mar con las grietas, los arrecifes.
Piauí: Rio de piaus (tipo de pez).
Pindaíba: gancho malo, cuando no puede coger nada.
Poti: camarón.
Natal: pitiguar, Potiguara, pitaguar, indígenas del nordeste de Brasil.
Pua: todo (Arapuá).
Puca: la trampa (trampa, redes).
Puca: trampa para peces.
Q
Pecho: cuchillo viejo.
Quibaana: tribu del norte.
R
Rair: infantil (miembro).
D: amigo (normalmente se usa como un sufijo: el arado Abaré, averías).
Ruda: amar a Dios, a la que los indios cantaban una oración en la noche.
Ru: hoja (jurubeba).
S
Sapiranga: ojos rojos, (CA: ojos, piranga: rojo).
Titi: una especie de mono.
Sergipe: cangrejo de río.
Surui: tribu Parque Aripuanã, Rondonia.
T
Tapuia: nombre dado por los antiguos tupí enemigos gentiles, indios salvajes.
Tembe: labios (Iracema iratembé).
Tiba: (Tiwa, tiua, tuba), su abundancia, lleno.
Tijuca: lodo, pantanos y turberas, lodazal.
Tinga: blanco, blanco.
Coquillo: rastrero, extendiéndose de malezas que se propaga rápidamente.
Tocantins: pico de tucán.
Tupi (1): los pueblos indígenas que habitan (ed) Norte y Centro del Brasil, hasta el río Amazonas y subiendo por la costa.
Tupi (2): uno de la lengua troncos principales de América del Sur, que pertenece a los tupí-guaraní.
Tupí-guaraní: uno de los cuatro principales familias de lenguas de América del Sur tropical y ecuatorial.
U
UACA: cangrejo.
UANA: luciérnaga (urissanê).
Uba: canoa (generalmente de una sola pieza de madera);
V
Vapidiana: rama de la tribu Arawak de la parte alta del Río Branco, Roraima.
W
Wapixana: rama de la tribu Arawak de la parte alta del Río Branco, Roraima.
X
Xaperu: tribu del norte.
Tocayo: (X-rer será) sacado de mi nombre.
Xavante: tribu indígena perteneciente a la familia lingüística Ge. Ocupa un área extensa, delimitadas por los ríos y das Mortes Culuene, Mato Grosso.
Xoclengue: tribu caingangue de Paraná (río Ivai).
Y
Yacamim: ave o el genio, el padre de muchas estrellas (trompetista)
Yami: la noche.
Yapira: miel (Japira).
Yara: diosa de las aguas, la leyenda de la mujer que vive en el fondo de los ríos.
Yasa: fruta de acai, que llora.
Yawara (Tupi): el jaguar, perro, perro, lobo, gato, jaguar.

(direitos autorais LA PAMPA GAUCHA)