terça-feira, 16 de julho de 2013

Encilhando ...


A Historia da Musica Mercedita



  
O famoso chamamé do folclore argentino,foi composta e gravada com por Ramón Sixto Ríos,em 1940. Alcançou sucesso nacional e internacional com as gravações de Ramona Galarza em 1967 e do grupo Los Chalchaleros em 1973.A canção conta a historia de amor não correspondido, considerada,uma mais famosa música folclórica da Argentina.

História

Em 1939, o músico Ramon Sixto Rios, com 27 anos que chegou na cidade de Humboldt para atuar em um grupo de teatro na Sarmiento Club.
Lá ele conheceu Mercedes Strickler Khalov (1916-2001), a quem todos chamavam Merceditas, uma bela e Camponesa, loira de olhos azuis, três anos mais nova, que vive em um laticínio de leite localizado na zona rural, na província de Santa Fe. Merceditas, filha de imigrantes alemães, havia perdido seu pai quando ela era uma menina e, desde então teve que assumir a pousada com a mãe e a irmã.
Ele chegou a Humboldt com uma companhia de teatro. Uma noite depois de cantar no meio do show, pediu-me para dançar. Eu aceitei porque não? Dançamos tango.
Esse primeiro encontro teve lugar no Sarmiento Club de Humboldt. Ela usava um vestido branco e usava os cabelos longos e encaracolados e ele tinha um terno trespassado e estava penteando o gel de cabelo.
Merceditas atraiu a atenção não só pela sua beleza mas também pelo seu espírito independente.
Merceditas e Ramon começou uma relação formal, que permaneceu dois anos, trocando cartas , pois ele vivia em Buenos Aires. Enquanto o relacionamento durou, Ramon foi para Humboldt para visitar ocasionalmente. Naqueles anos, são os versos de "Pastora de flores", onde Rios escreve:
Allá en los campos solitarios
vive la Pastorcita,
la encantada Merceditas
que es leyenda entre las flores
que su mano ha cultivado.
Ella es la rubia mía,
y todo el mundo lo sabe;
lleva en sus manos un ramo
de bellas flores silvestres
y al verla así es que parece
que son las flores sus manos
o que su manos florecen
.
Em 1941, Rios decidiu propor o casamento, e ele viajou para Humboldt com anéis. Mas, inesperadamente, Merceditas rejeitou sua proposta:
Eu gostei, mas em nenhum momento eu deixei a desejar. Foi o dia que veio com os anéis para se envolver. Não aceitei. Eis-me de amor que eu não queria cometer. Ele voltou com os anéis.
Em outra ocasião, também diria ao respeito:
Eu só lamento.
Eles se separaram passado no terminal de ônibus da Esperança. Apesar da pausa, Ramon e Merceditas continuou a escrever vários anos, até que parou de responder, em 1945. Ele insistiu, no entanto, mais alguns anos, passando as cartas que lhe causava dor que o amor não correspondido:
Ao longo dos meses e anos, não respondeu as suas cartas mais, não querendo perder tempo comigo. E então começou a enviar cartas mais, tudo parece muito triste, que me fez chorar. Ainda assim mantê-los. poemas Sad saiu, porque eu tinha deixado.
Até que ele também parou de escrever. A última carta diz:
Vinde a mim como uma rosa muito pálido para arrancar deixou em suas mãos e morrer e, muito suavemente, quase com prazer. Não é possível ser de outra forma, porque só as montanhas não são, mas as pessoas podem ser elas mesmas e se nós acharmos seja nesta vida ou de outra, é sempre bom ter um lembrete amigável de tudo.
De que a dor veio "Merceditas" a música. Ramón Ríos compôs a canção na década de 1940, gravou e tornou-se um hit de rádio. Mercedes Strickler se recorda o momento em que ele ouviu no rádio:
Então eu percebi: a letra frase inteira que Ramon tinha me dito pessoalmente.
Argentina vivia um momento de renascimento da música folclorica na Argentina, que se tornou cada vez mais popular no contexto de grandes mudanças sócio-econômicas, caracterizadas por um amplo processo de industrialização no centro de Buenos Aires, que provocou uma onda de migração interna de 1930, as áreas rurais e urbanas e as províncias (interior) para a Capital.
Ramón Ríos continuou a sua vida e se casou com outra mulher, que enviuvara apenas dois anos depois. Em 1980, uma revista de Buenos Aires, publicou uma nota, que incluiu uma entrevista com Merceditas. Rios escreveu uma carta pedindo-lhe para ir para Buenos Aires, reunião que se materializou logo depois. Ele voltou a propor casamento, mas ela se recusou novamente. Mantiveram-se em contato estreito até a morte de Rios, 25 de dezembro de 1994, quando ele tinha 81 anos. Seu último ato foi legar os direitos da canção. Ela viveu até os 84 anos e morreu sem deixar filhos em 08 de julho de 2001. Até o último momento vivido com a sensação de que Deus havia punido por seu comportamento.
M: Eu o amava, mas não era apaixonado. Eu acredito em Deus e acredito que quando algo dá errado é porque Deus me puniu. Q: Deus te puniu?
M: Sim, porque eu o deixei.
A música tem sido considerada, junto com "Zamba de mi esperanza", o mais popular na história da música folclórica da Argentina e uma das treze mais ampla da música popular daquele país.

Letra

Em espanhol Tradução em português (1) Tradução em português (2)
¡Qué dulce encanto tiene
en mi recuerdo, Merceditas,
aromada florecita,
amor mío de una vez!
La conocí en el campo,
allí muy lejos, una tarde,
donde crecen los trigales,
provincia de Santa Fe.

Así nació nuestro querer,
con ilusión, con mucha fe.

Pero no sé por qué la flor

se marchitó y muriendo fue.

Y amándola con loco amor,

así llegué a comprender,

lo que es sufrir, lo que es querer;

porque le dí mi corazón.


Como una queja errante
en la campiña va flotando
el eco vago de mi canto,
recordando aquel amor.
Pero, a pesar del tiempo
transcurrido, es Merceditas
la leyenda que palpita,
en mi nostálgica canción.

Así nació nuestro querer,
con ilusión, con mucha fe.

Pero no sé por qué la flor

se marchitó y muriendo fue.

Y amándola con loco amor,

así llegué a comprender,

lo que es sufrir, lo que es querer;

porque le dí mi corazón.

Que doce encanto traz
a minha lembrança, Mercedita,
minha flor a mais bonita
Que uma vez tanto amei
A conheci no campo
há muito tempo, Numa tarde
onde crescem os trigais
Província de Santa Fé;

E assim nasceu nosso querer
Com ilusão com muita fé

Mas eu não sei por que a flor

Foi murchando até morrer

E amando-lhe com louco amor

Assim cheguei a compreender

O que é querer o que é sofrer

Por ter lhe dado o coração


E como vento errante
nas pocilhas vai sobrando
um eco vago do meu canto,
Vai lembrando aquele amor
Mas apesar do tempo
já passado, És Mercedita
a lembrança que palpita
Na minha triste canção

E assim nasceu nosso querer
Com ilusão com muita fé

Mas eu não sei por que a flor

Foi murchando até morrer

E amando-lhe com louco amor

Assim cheguei a compreender

O que é querer o que é sofrer

Por ter lhe dado o coração


Recordo com saudades
seus encantos, mercedita
perfumada flor bonita
me lembro de uma vez
a conheci no campo
muito longe, numa tarde
hoje só ficou saudade
desse amor que se desfez

e assim nasceu o nosso querer
com ilusão, com muita fé

mas eu não sei, porque essa flor

deixou-me dor e solidão

Ela se foi, com outro amor

e assim me fez, compreender

o que é querer, o que é sofrer

porque te dei meu coração


E o tempo vai passando
e as campinas verdejando
e a saudade só ficando
dentro do meu coração
Mas apesar do tempo,
já passados mercedita
sua lembranca palpita
na minha triste canção

e assim nasceu o nosso querer
com ilusão, com muita fé

mas eu não sei, porque essa flor

deixou-me dor e solidão

Ela se foi, com outro amor

e assim me fez, compreender

o que é querer, o que é sofrer

porque te dei meu coração

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Quíchuas

Também chamados Runakuna, Kichwas ou Ingas) é nome  aplicado aos povos indígenas da América do Sul, que falam o quíchua, . Distribuem-se pela região andina.Os quíchuas do Equador chamam a si próprios, bem como à sua língua, kichwa ou quíchua. Na Colômbia, autodenominam-se ingas. Outros falantes da língua, na região de Junín e partes de Ancash, Peru, chamam a si próprios runakuna' ou nunakuna.
Alguns povos quíchuas históricos incluem:

*Inca; Império Tawantinsuyu (o maior império pré-colombiano)
*Chancas (em Huancavelica, Ayacucho e Apurímac, no Peru);
*Huancas (em Junín, Peru; falavam quíchua antes dos incas)
*Cañaris (no Equador; adotaram a língua quíchua por influência dos

Os falantes de quíchua, 9 a 14 milhões de pessoas distribuídas entre Peru, Bolívia, Equador, Chile, Colômbia e Argentina, apresentam um escasso senso de identidade comum. Os diversos dialetos são, em alguns casos, tão diferentes que se tornam mutuamente ininteligíveis.O quíchua não era falado apenas pelos incas, mas por vários outros povos, incluindo inimigos.Tais como os huancas (wanka é um dialeto quíchua, falado ainda hoje na área de Huancayo) e os chancas (o dialeto chanca de Ayacucho) do Peru, e os Kañari (Cañar) do Equador. O quíchua era falado por alguns povos, como os huancas, antes dos Incas de Cusco, enquanto outros povos, especialmente na Bolívia mas também no Equador, adotaram o quíchua somente durante e após o período inca.
O quíchua tornou-se a segunda língua oficial do Peru em 1969, durante o regime militar.

Lingua Quíchua

Quechua
 (Qhichwa simi / runa simi)
Pronúncia: ['qʰeʃ.wa 'si.mi] / ['ɾu.nɑ 'si.mi]
Falado em: Peru, Bolívia, Equador, Chile, Colômbia, Argentina, Brasil
Região: Andes, Amazônia
Total de falantes: 10, 4 milhões
Posição: 65
Família: Ameríndia
 Quechua
Escrita: Alfabeto latino (variante Quíchua)
Estatuto oficial
Língua oficial de: Bolívia, Peru







O quíchua (qhichwa simi ou runa simi), também chamado de quechua ou quéchua, é uma importante família de línguas indígena da América do Sul, ainda hoje falada por cerca de dez milhões de pessoas de diversos grupos étnicos ao longo dos Andes. Possui vários dialetos inteligíveis entre si. É uma das línguas oficiais de Bolívia, Peru e Equador.

Generalidades

O quíchua era falado na região central dos Andes desde bem antes da época do Império Inca. Ainda é falado hoje, na forma de vários dialetos, por cerca de 10 milhões de pessoas, sendo o idioma nativo mais falado na América do Sul.

História

Desde bem antes da ascensão do Império Inca, no século XV, os diversos dialetos quíchuas eram largamente disseminados na região. Os incas adotaram oficialmente o dialeto dito "clássico" ou do sul. Com a expansão do império por conquistas, esse dialeto se tornou a língua franca do Peru pré-Colombiano, mantendo essa condição mesmo depois da conquista pela Espanha.
Antes dos espanhóis e da introdução do Alfabeto latino, a língua Quéchua não tinha forma escrita. As informações numéricas eram registradas pelos incas por meio de quipos" (cordões coloridos de lã, com diversos nós). Os registros escritos mais antigos do quíchua são do frei Domingo de Santo Tomás, chegado ao Peru em 1538 que aprendeu o idioma desde 1540.
 O quíchua foi espalhado para mais além das fronteiras do Império Inca pela Igreja Católica que a escolheu para sua pregação entre os índios. Onde os povos quíchua e aimará convivem, os falantes do espanhol dão preferência aos termos quíchuas.
A maior dificuldade para o uso mais corrente e ensino do quíchua é a falta de material escrito, tais como jornais, livros, revistas, softwares etc. As modernas tecnologias de informática vêm dificultando mais ainda o uso do idioma. Tanto o quíchua como o aimará e as demais línguas indígenas sobrevivem na linguagem oral.

Dialetos

O idioma quíchua se distribui conforme os dialetos a seguir:
 Waywash, falado no Peru central. É o mais diferente dos dialetos, sendo considerado por alguns estudiosos como sendo uma língua separada.
  •  Wanp'una (viajante), apresenta três ramos:
  •  yunkay, falado no ocidente do Peru.
  •  Quíchua nortenho ( Runasimi, Kichwa), falado na Colômbia, no Equador e nas terras de planície na Amazônia peruana e equatoriana.
  • Quíchua do Sul, falado no sul do Peru, na Bolívia, na Argentina e Chile. É o principal ramo, pois apresenta o maior número de falantes e tem significativo legado cultural e literário.

Falantes

  • Argentina: 100,000
  • Bolívia: 2,100,000 (2001)
  • Brasil: desconhecido
  • Chile: pouquíssimo, em bolsões nos altiplanos norte. (Ethnologue)
  • Colômbia: 9,000 (Ethnologue)
  • Equador: 500,000 a 1,000,000
  • Peru: 3,200,000 (1993))
Pode haver, além disso, algumas centenas ou mesmo milhares de falantes do quíchua fora da área tradicional em comunidades imigrantes.

Vocabulário

Muitas palavras originárias do quíchua foram para outros idiomas, através do espanhol, como é o caso de “coca”, “condor”, “guano”, “jerky (comida)”, “llama”, “pampa”, “puma”, “quinine”, “quinoa”, “vicuña”, “gaucho”
As influências sobre o espanhol são visíveis com em chuchaqui para "ressaca" (de bebida) no Equador. Também nas diversas formas para designar os males da altitude:  sorojchi, soroche.
Quíchua também se apropriou de palavras do espanhol como pero (de pero, "mas"), bwenu (de bueno, "bom"), burru (de burro).

Curiosidades

  • O hutês, língua ficcional do filme Star Wars, falado pelo personagem Jabba, the Hut, se baseia na lingua quíchua. Conforme Jim Wilce, professor-assistente de Antropologia da Northern Arizona University. Wilce e Sonafrank discutiram o assunto e chegaram a propor que houvesse um alienígena que falasse quíchua, em função das ideias de Erich von Däniken (autor de Eram os Deuses Astronautas), segundo o qual os monumentos incas teriam sido criações de extraterrestres. Sonafrank desistiu da ideia para evitar ofender os quíchuas o diálogo foi rodado ao contrário e gravado assim.
  • O Presidente do Equador, Rafael Correa, é falante fluente de quíchua.
 

terça-feira, 18 de junho de 2013

sábado, 4 de maio de 2013

Chakana

Muito importante, que todos vejam esse video, pra compreender o que significa a Guarda Pampa, que era usado pelos povos incas como uma forma de proteção ....

domingo, 31 de março de 2013

segunda-feira, 25 de março de 2013

A origem da bombacha

Olhem gente o que eu achei um vídeo super legal,um resumo da origem a bombacha e como e começou a ser usada pelos gauchos ...Vale a pena assistir

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Martina Chapanay

Martina Chapanay foi um guerrilheiro que serviu nas guerras civis argentinas do século XIX .Filha de um chefe huarpe e nasceu na província de San Juan ( Argentina ), em 1800  . Ela morreu em 1887 . O nome "Chapanay" linguagem vem huarpe milcayac: nay Chapac significa "pântano".O tumulo
Martina  Chapanay é centro de  devoção popular porque compartilharam os frutos de seu roubo com os humildes, e continua a recolher centenas de devotos na vila de San Juan Mogna .

Biografia

A área é agora um deserto, mas no século XIX, as águas do rio Mendoza e drenagem lagoas  chamadas Guanacache. A construção de uma barragem perto da cidade de Mendoza seca  lacunas e Huarpes atualmente recebem água de poços profundos, como a superfície ,agora de  água salgada . A sobrevivência destes são baseados, principalmente, no aumento cabras , o uso dos frutos da alfarrobeira , uma árvore nativa da região, e da venda de artesanato no Mercado de Artesanato, localizado ao lado do escritório de turismo da capital.
Seu pai era Ambrosio Chapanay, um huarpe chefe que se refugiaram no atual Departamento de Lavalle (Mendoza) , que morreu sem descendentes além de Martina . Sua mãe era Mercedes Gonzalez, branca da cidade de San Juan .
Outras fontes afirmam que seu pai era um nativo do Chaco entre huarpes refugiado e sua mãe era uma sanjuanina chamada Teodora. Este teria levantado de sua filha com dedicação, tanto assim que a casa de Martina transformou-se em escola para crianças locais.
Como um adolescente, Martina era conhecido por sua habilidade jinete y cuchillera, sua capacidade de fazer cavalos a galope na areia, pialar bezerros, animais de caça e natação com grande habilidade. Ela era uma mulher pequena emoldurada, mas forte e ágil. De belas feições, seu cabelo era preto e pele morena.Escolheu a vida montonera começou a usar a roupa dos gaúchos : ( chiripá , poncho ,vincha y botas de potro), como representado na impressões e esculturas em madeira .
Quando sua mãe morreu, seu pai a entrego a Clara Sánchez da cidade de San Juan, que a criou com rigor. Em resposta, Martina conseguiu escapar, travando a família na casa.
A partir desse momento, Martina tornou-se ladrão e salteador ,
entregando-lhe a roubar os pobres.
Viveu com o bandido  Cruz Cuero , chefe de uma quadrilha que devastou a região há anos.Disse ainda atacou a Igreja de Nossa Senhora de Loreto , na província de Santiago del Estero . Esta relação com Cruz terminou em tragédia, como Martina apaixonou por um jovem estrangeiro que seqüestrou;  Cruz salvou Martina e matou o jovem a bala atropelado e morto por uma bala para os jovens, mas com uma lança Martina matou Cruz .
Posteriormente, Martina juntou se com o caudilho Facundo Quiroga . Martina continuou depois de lutar ao lado de Chacho Peñaloza Chacho , até que ele foi oferecido um perdão e um cargo de sargento no comando da polícia de San Juan.
Conta-se que um ex-oficial Sanmartiniano, o padre Elacio Bustillos, cobriram a tuba de Martina com uma laje branca, sem qualquer inscrição, porque "todo mundo sabe quem está lá."
O cantor Leon Gieco , com a colaboração do historiador e ensaísta Hugo Chumbita , publicado em 2001, o CD "Bandidos rurais", que contém um tema  onde menciona Martina Chapanay .
O poeta e cantor Mendoza Fotos Hilary escreveu uma cueca chamado La Martina Chapanay.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Trasporte animal dos anos 40

Mulas e cavalos eram aproveitados para o transporte pesado,inclusive de madeira.Nesta época,a criação de animais era uma fonte de venda da mais promissoras.Muitos proprietários de terras enriqueceram com este negócio.Hoje em dia criar equinos e mulares deixou de ser rendavel,em grande escala.É de se imaginar,que na época das tropeadas,quem criasse animais participava de um mercado semelhante ao das revendas de carro,uma vez que mulas e cavalos serviam tanto para montaria,tropeadas(transporte de cargueiros,de de pessoas -através das charretes- e carga pesada). Tudo isso,há muito,perdeu importância em escala comercial.